SUMÁRIO
ÍNDICE TEMÁTICO ................................................................................................................................................................ 5
APRESENTAÇÃO .................................................................................................................................................................... 8
NOSSOS VALORES .......................................................................................................................................................................................... 9
A JORNADA DO CIDADÃO ........................................................................................................................................................................... 10
COMO ESTE PLANO ESTÁ ORGANIZADO .................................................................................................................................................. 11
UM NOVO CAMINHO ................................................................................................................................................................................... 12
BRASIL SEM MEDO ............................................................................................................................................................. 13
TERRORISTA VAI SER TRATADO COMO TERRORISTA............................................................................................................................. 13
O CRIME DO MENOR NÃO É MENOR ......................................................................................................................................................... 13
TROPA DE ELITE NAS FRONTEIRAS .......................................................................................................................................................... 13
MAIS PRESÍDIOS, MENOS BANDIDOS SOLTOS ......................................................................................................................................... 14
CORTAR O MAL PELA RAIZ ........................................................................................................................................................................ 14
TOLERÂNCIA ZERO PARA O FEMINICÍDIO ................................................................................................................................................ 14
ACABAR COM A COCAÍNA “MADE IN BRAZIL” ......................................................................................................................................... 15
MENOS VERBO MAIS VERBA ...................................................................................................................................................................... 15
LUZ, CÂMARA, PRISÃO ............................................................................................................................................................................... 15
AUXÍLIO DAS FAMÍLIAS DAS VÍTIMAS, NÃO DOS BANDIDOS .................................................................................................................. 15
SEM DESCONTO PARA A BARBÁRIE .......................................................................................................................................................... 15
QUEM NÃO ENTRAR NA LINHA VAI SER DESLIGADO DA SOCIEDADE ................................................................................................... 16
BRASIL POR ELAS................................................................................................................................................................ 17
CENTRAL DA MULHER............................................................................................................................................................................... 17
APLICATIVO CENTRAL DA MULHER ........................................................................................................................................................ 18
BÔNUS DE INTERNET ................................................................................................................................................................................. 18
CLARIA ........................................................................................................................................................................................................ 18
DENÚNCIA FACILITADA ............................................................................................................................................................................. 18
ORIENTAÇÃO FINANCEIRA ........................................................................................................................................................................ 19
GANHA, GANHA .......................................................................................................................................................................................... 19
CASA SEGURA ............................................................................................................................................................................................. 20
ESCOLA BRASIL POR ELAS ........................................................................................................................................................................ 20
MAIS TRABALHO PARA ELAS ................................................................................................................................................................... 20
CRECHE GARANTIDA PARA TODA CRIANÇA ............................................................................................................................................ 21
SAÚDE PARA ELAS ..................................................................................................................................................................................... 21
BRASIL SEM FILA................................................................................................................................................................. 23
INTERNET COMO INFRAESTRUTURA........................................................................................................................................................ 24
ESTADO DIGITAL: TODOS OS SERVIÇOS NA PALMA DA MÃO................................................................................................................. 24
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL A SERVIÇO DO CIDADÃO .............................................................................................................................. 25
SAÚDE DIGITAL E PRONTUÁRIO ELETRÔNICO ÚNICO ............................................................................................................................ 25
INSS SEM FILA ........................................................................................................................................................................................... 26
DESBUROCRATIZAÇÃO PARA QUEM EMPREENDE .................................................................................................................................. 27
MENOS BUROCRACIA NO CAMPO .............................................................................................................................................................. 27
BRASIL MAIS BARATO ....................................................................................................................................................... 29
MENOS IMPOSTO NO QUE VOCÊ CONSOME ............................................................................................................................................. 30
CONTA DE LUZ MAIS SIMPLES E MAIS BARATA ....................................................................................................................................... 31
COMIDA MAIS BARATA NA PRATELEIRA.................................................................................................................................................. 31
CRÉDITO QUE NÃO AFUNDA A FAMÍLIA ................................................................................................................................................... 32
BRASIL QUE PREPARA ...................................................................................................................................................... 34
ENSINAR DE VERDADE............................................................................................................................................................................... 34
PREPARAR PARA O TRABALHO QUE EXISTE............................................................................................................................................ 36
SAÚDE QUE CUIDA ANTES DE A DOENÇA CHEGAR .................................................................................................................................. 37
CUIDAR DE QUEM A GENTE AMA .............................................................................................................................................................. 38
ESPORTE QUE FORMA ................................................................................................................................................................................ 40
CULTURA QUE VALORIZA NOSSAS RAÍZES ............................................................................................................................................... 41
BRASIL QUE PROSPERA .................................................................................................................................................... 42
DA PROTEÇÃO À AUTONOMIA ................................................................................................................................................................... 42
TRABALHO QUE COMPENSA ...................................................................................................................................................................... 43
O TRABALHADOR EM PRIMEIRO LUGAR, NÃO O SINDICATO ................................................................................................................. 44
NEGÓCIO PRÓPRIO ..................................................................................................................................................................................... 45
A CAIXA COMO BANCO DA PROSPERIDADE .......................................................................................................................................... 46
A CASA PRÓPRIA ......................................................................................................................................................................................... 47
BRASIL QUE CRESCE........................................................................................................................................................... 49
SEGURANÇA JURÍDICA: A REGRA DO INÍCIO É A REGRA DO FIM ............................................................................................................ 49
LOGÍSTICA E TRANSPORTE ........................................................................................................................................................................ 50
MOBILIDADE URBANA ............................................................................................................................................................................... 51
SEGURANÇA HÍDRICA ................................................................................................................................................................................. 52
ENERGIA ...................................................................................................................................................................................................... 52
AGRONEGÓCIO ............................................................................................................................................................................................ 53
MINERAIS CRÍTICOS ................................................................................................................................................................................... 55
TECNOLOGIA E INOVAÇÃO......................................................................................................................................................................... 56
MEIO AMBIENTE: O ATIVO VERDE DO BRASIL ....................................................................................................................................... 57
TURISMO: UMA VOCAÇÃO QUE RENDE .................................................................................................................................................... 59
DESENVOLVIMENTO REGIONAL: REDUZIR A DISTÂNCIA ENTRE AS REGIÕES..................................................................................... 60
SOBERANIA COM PROFISSIONALISMO, NÃO COM IDEOLOGIA ............................................................................................................... 61
BRASIL NO MUNDO ..................................................................................................................................................................................... 62
COMPETITIVIDADE DOMÉSTICA ............................................................................................................................................................... 64
BRASIL QUE CUMPRE A CONSTITUIÇÃO...................................................................................................................... 65
REFORMA DO JUDICIÁRIO: O STF COMO CORTE CONSTITUCIONAL ................................................................................................... 65
REFORMA POLÍTICA ................................................................................................................................................................................... 66
TESOURAÇO NA CENSURA ......................................................................................................................................................................... 66
BRASIL QUE NÃO VOLTA ATRÁS .................................................................................................................................... 68
MAIS BRASIL E MENOS BRASÍLIA ............................................................................................................................................................ 68
ENXUGAR A MÁQUINA E PROFISSIONALIZAR A GESTÃO PÚBLICA ..................................................................................................... 69
CONTAS EM ORDEM PARA JUROS E INFLAÇÃO MENORES ...................................................................................................................... 70
MENOS IMPOSTOS: A REFORMA TRIBUTÁRIA CORRIGIDA .................................................................................................................... 71
O LADO DOS APOSENTADOS: FIM DAS FRAUDES .................................................................................................................................... 72
CONCLUSÃO: UM CONVITE À NAÇÃO (O BRASIL VAI VENCER) ............................................................................ 74
ÍNDICE TEMÁTICO
AGRONEGÓCIO E CAMPO
Armazenamento de safras .......................................... 31, 53
Cadastro ambiental rural ................................................... 55
Cadastro fundiário e ambiental....................................... 28
Combustíveis sustentáveis de aviação ......................... 55
Conectividade nas áreas rurais ....................................... 24
Desenvolvimento sustentável .......................................... 55
Direito de propriedade ....................................................... 54
Irrigação .................................................................................... 54
Outorgas de irrigação .......................................................... 27
Pagamento por serviços ambientais ............................. 55
Rastreabilidade de cadeias produtivas ........................ 28
Saneamento rural .................................................................. 47
Segurança alimentar ..................................................... 32, 53
Seguro rural ...................................................................... 31, 53
Títulos rurais .................................................................... 27, 54
Trabalho no campo ............................................................... 53
APOSENTADOS E PREVIDÊNCIA
INSS gestão profissional ..................................................... 26
INSS sem fila ..................................................................... 26, 73
Pacote antifraude .................................................................. 72
ASSISTÊNCIA SOCIAL
Apostas - conscientização .................................................. 33
Apostas com recurso de programas sociais............... 33
Casa Verde e Amarela .......................................................... 47
Idosos - Casa segura para envelhecer .......................... 39
Idosos - Instituições de longa permanência .............. 39
Mobilidade social................................................................... 42
Programas sociais - manutenção....................................... 42
Programas sociais - prioridade nas ações do Estado .... 43
Retorno sem fila pós seguro desemprego .................. 43
Trilha de qualificação .......................................................... 43
Voucher educacional em falta de vagas ....................... 35
Voucher-creche ...................................................................... 21
CULTURA
Leis de incentivo .................................................................... 41
Patrimônios históricos ........................................................ 41
DESENVOLVIMENTO REGIONAL
Água e esgoto .......................................................................... 47
Defesa Civil ............................................................................... 52
Habitação .................................................................................. 47
Lixão zero ................................................................................. 47
Mobilidade urbana................................................................ 51
Saneamento básico ............................................................... 47
Saneamento rural .................................................................. 47
Trem de passageiros ............................................................ 51
Turismo...............................................................................51, 59
Urbanização de áreas degradadas.................................. 47
ECONOMIA
Agências reguladoras ........................................................... 69
Avaliação de políticas públicas ........................................ 71
CAIXA – banco da prosperidade ...................................... 46
Combate à corrupção ........................................................... 70
Dívida Pública ..................................................................33, 71
Equilíbrio fiscal....................................................................... 71
Estatais - Lei das Estatais ................................................... 70
Estatais - recrutamento profissional............................. 70
Financiamento para infraestrutura ............................... 50
Ganha, Ganha ........................................................................... 46
Inflação no centro da meta ................................................ 33
Minerais críticos..................................................................... 55
Orientação financeira ...................................................19, 33
Profissionalização da gestão pública ............................ 69
Programa Nacional de Desestatização ......................... 70
Redução de impostos ....................................................30, 71
Redução do custo do trabalho.......................................... 43
Reforma Administrativa ..................................................... 69
Reforma Tributária ........................................................30, 71
Reformulação das regras fiscais...................................... 71
Revisão normativa infralegal ........................................... 69
Tesouraço ................................................................................. 68
Transparência ......................................................................... 71
EDUCAÇÃO
Alfabetização (método fônico)......................................... 35
Altas habilidades .................................................................... 35
Capacitação contínua de professores ........................... 35
Conectividade nas escolas ................................................. 24
Creche – ampliação de vagas ............................................ 21
Economia digital no currículo escolar .......................... 35
Ensino superior e inovação ............................................... 36
Ensino técnico ......................................................................... 36
Escola em tempo integral................................................... 35
Escola nas férias ..................................................................... 35
Escola sem doutrinação ...................................................... 35
Escolas cívico-militares ...................................................... 35
Esporte na escola ................................................................... 40
Financiamento estudantil .................................................. 37
Gestão escolar por resultados .......................................... 35
Política Nacional de Formação de Talentos ............... 36
Reforço escolar – Programa Acolher............................. 35
Voucher educacional em falta de vagas ....................... 36
Voucher-creche ...................................................................... 21
EMPREENDEDORISMO
Abertura de empresa ........................................................... 27
Crédito para empreender .................................................. 45
Internacionalização dos pequenos negócios ............. 45
Revogaço regulatório........................................................... 27
ENERGIA
Biocombustíveis..................................................................... 53
Conta de luz ...................................................................... 31, 53
Data Centers ............................................................................. 53
Gás não convencional - fracking ..................................... 52
Óleo e gás .................................................................................. 52
Programa Nacional de Segurança Energética ........... 52
Redução da CDE .............................................................. 31, 53
Redução de impostos ........................................................... 53
Renovabio ................................................................................. 53
Transição energética............................................................ 63
EQUILÍBRIO ENTRE OS PODERES
Fim da reeleição ..................................................................... 66
Judiciário - fim das decisões monocráticas ................ 65
Reforma do judiciário .......................................................... 65
Reforma política..................................................................... 66
ESPORTE
Alto rendimento ..................................................................... 40
Bolsas esportivas ................................................................... 40
Esporte feminino ................................................................... 40
Esporte na escola................................................................... 40
Paradesporto ........................................................................... 40
GESTÃO PÚBLICA
100% dos serviços públicos digitalizados.................. 25
Agências reguladoras .......................................................... 69
Combate à corrupção ........................................................... 70
Corte de Ministérios ............................................................. 69
Processo orçamentário ....................................................... 69
Profissionalização da gestão pública ............................ 69
Redução de despesas ........................................................... 69
Reforma Administrativa ..................................................... 69
Revisão normativa infralegal ........................................... 69
Tesouraço ................................................................................. 68
IDOSOS
Aplicativo de companhia e alerta ................................... 25
Casa segura para envelhecer ............................................ 39
Emprego .................................................................................... 44
Instituições de longa permanência ................................ 39
Programa de atendimento aos idosos .......................... 37
Rede Nacional de Cuidado ................................................. 21
INFRAESTRUTURA
Energia ....................................................................................... 55
Ferrovias ................................................................................... 51
Financiamento ........................................................................ 50
Hidrovias ................................................................................... 51
Licenciamento Ambiental .................................................. 49
Logística - Corredores logísticos inteligentes ....31, 51
Logística e transporte .......................................................... 50
Minerais críticos..................................................................... 55
Mobilidade urbana ................................................................ 51
Modernizar marcos regulatórios .................................... 50
Segurança hídrica .................................................................. 52
Segurança jurídica ................................................................. 50
JOVENS
Economia digital no currículo escolar .......................... 35
Ensino superior e inovação ............................................... 36
Ensino técnico ......................................................................... 36
Escola nas férias ..................................................................... 35
Esporte na escola ................................................................... 40
Financiamento estudantil .................................................. 37
Primeira empresa .................................................................. 45
Primeiro emprego ................................................................. 43
MEIO AMBIENTE
Amazônia................................................................................... 58
Bioeconomia ............................................................................ 57
Cooperação nas fronteiras ................................................. 58
Desenvolvimento sustentável .......................................... 57
Fiscalização ambiental ........................................................ 58
Floresta preservada.............................................................. 58
Lixão zero .................................................................................. 47
Mercado de carbono ............................................................. 57
O povo da floresta não é inimigo .................................... 59
Pagamento por serviços ambientais ............................. 57
Proteção dos biomas ............................................................ 58
Redução de queimadas ....................................................... 58
Redução do desmatamento ............................................... 58
Saneamento básico ........................................................47, 57
Transparência de financiadores...................................... 59
MULHER E FAMÍLIA
Bônus de internet .................................................................. 18
Canais de denúncia ............................................................... 18
Capacitação feminina ........................................................... 20
Central da Mulher .................................................................. 17
ClarIA (assistente virtual).................................................. 18
Escritura da casa própria ................................................... 20
Espaços de acolhimento ..................................................... 20
Ganha, Ganha ........................................................................... 19
Independência financeira .................................................. 19
Orientação financeira .......................................................... 19
Saúde para Elas ...................................................................... 21
Trabalho para elas................................................................. 20
Voucher-creche ...................................................................... 21
PACTO FEDERATIVO
Mais Brasil, Menos Brasília ............................................... 68
Municípios fortalecidos ...................................................... 68
Processo orçamentário ....................................................... 69
PESSOAS COM DEFICIÊNCIA OU
DOENÇAS RARAS
Doenças Raras......................................................................... 39
Paradesporto ........................................................................... 40
Pessoas com deficiência ..................................................... 39
Rede Nacional de Cuidado ................................................. 21
Transtorno do Espectro Autista...................................... 39
RELAÇÕES INTERNACIONAIS
Abertura comercial ............................................................... 62
Adesão à OCDE ....................................................................... 63
Cadeias globais de valor ..................................................... 63
Competitividade doméstica .............................................. 64
Defesa nacional ...................................................................... 63
Fortalecimento de multinacionais brasileiras .......... 63
Soberania .................................................................................. 61
Transição energética............................................................ 63
SAÚDE
Agendamento ágil por inteligência artificial ............. 26
Digitalização do SUS ............................................................. 26
Exames preventivos ............................................................. 37
Horários ociosos da rede privada .................................. 37
Hospitais universitários federais - modernização .. 37
Imunização ............................................................................... 37
Prevenção ................................................................................. 38
Programa de atendimento aos idosos .......................... 37
Prontuário eletrônico único ............................................. 25
Remédio à domicílio............................................................. 38
Saúde da família ..................................................................... 37
Saúde mental ........................................................................... 39
Tabela SUS - Correção ......................................................... 37
Telessaúde ................................................................................ 38
SEGURANÇA JURÍDICA
Estado responsável............................................................... 50
Licenciamento Ambiental .................................................. 49
Modernizar marcos regulatórios .................................... 50
Negociado sobre o legislado ............................................. 44
Regras estáveis ....................................................................... 50
Revisão normativa infralegal ........................................... 69
Terras indígenas e quilombolas ...................................... 50
SEGURANÇA PÚBLICA
Auxílio às famílias das vítimas ......................................... 15
Castração química para estupradores .......................... 14
Facções e crime organizado .............................................. 13
Feminicídio - Canais de denúncia ................................... 18
Feminicídio - tolerância zero............................................ 14
Fronteiras ................................................................................. 13
Investimento em segurança pública ............................. 15
Maioridade penal ................................................................... 13
Presídios .................................................................................... 14
Progressão de pena zero para crimes hediondos.... 15
Reconhecimento facial ........................................................ 15
Retomar áreas sob domínio de facções........................ 47
Roubo de celular .................................................................... 16
Tráfico e cocaína nos portos ............................................. 15
TECNOLOGIA, INOVAÇÃO E ESTADO
DIGITAL
100% dos serviços públicos digitalizados .................. 25
Bônus de internet .................................................................. 18
Conectividade - expansão .................................................. 24
Digitalização do SUS ............................................................. 26
Estratégia Nacional de Inteligência Artificial ............ 56
Identidade digital única ...................................................... 25
Inteligência artificial a serviço do cidadão ................. 25
Internet - pacotes de conexão .......................................... 24
Liberdade de criar e inovar ............................................... 56
Patentes globais de IA.......................................................... 56
Produtores de tecnologia ................................................... 56
Proteção de dados ................................................................. 57
Telessaúde ................................................................................ 38
TRABALHO E EMPREGO
Banco nacional de vagas de emprego ........................... 44
Negociado sobre o legislado ............................................. 44
Primeira empresa .................................................................. 45
Primeiro emprego ................................................................. 43
Redução do custo do trabalho.......................................... 43
Resistir à República Sindical............................................. 44
Trabalhador acima de 50 anos ........................................ 44
APRESENTAÇÃO
O Brasil merece voltar a ser o Brasil
O Estado brasileiro possui o vício de enxergar a realidade em pedaços. A administração pública foi organizada para enfrentar problemas de forma isolada, enquanto a vida dos brasileiros acontece exatamente de maneira oposta. A insegurança restringe a liberdade de ir e vir, afeta o trabalho, desestimula o empreendedorismo e transforma a rotina das famílias. Uma doença compromete o orçamento familiar; a falta de apoio no cuidado com crianças e idosos dificulta a permanência de pais e mães no mercado de trabalho; uma educação de baixa qualidade reduz oportunidades e compromete o futuro de toda uma geração.
Se os desafios enfrentados pelos brasileiros estão conectados, a resposta do governo também precisa ser integrada. Governar é olhar para a vida das pessoas como ela realmente é.
Quem trabalha de sol a sol para sustentar a família não formula suas dúvidas em termos de ministérios. As perguntas são outras: como pago as contas este mês? Como consigo um emprego melhor? Como cuido dos meus filhos?
Como tenho certeza de que todos voltam para casa em segurança? Como saio do auxílio pelas minhas próprias pernas? Como compro minha primeira casa?
Como abro meu próprio negócio?
Essas perguntas nunca foram tão difíceis de responder. Nos últimos anos, a vida ficou mais cara e mais incerta, e a razão tem nome: o gasto público sem controle. Quando o Estado gasta mais do que arrecada, a conta não desaparece, ela volta para a família em forma de imposto no preço, de juro no cartão e de dinheiro que compra menos no fim do mês.
O Brasil já viveu esse filme. No segundo trimestre de 2014, o país entrou na maior recessão de sua história. Não foi acaso nem azar, foi a escolha de um modelo que incha a máquina pública e gasta mais do que pode. E esse modelo se repete hoje: mesmo arrecadando como nunca, o governo atual gasta ainda mais, e a dívida pública, que havíamos reduzido entre 2019 e 2022, voltou a crescer de forma acelerada, um salto de cerca de 13 pontos do PIB em apenas quatro anos. Depois de quase duas décadas no poder, com um intervalo de apenas seis anos, a tragédia que aí está tem a assinatura do PT. Insistir no
mesmo caminho é condenar o Brasil a perder mais um tempo que ele não tem.
Nós já mostramos que dá para fazer diferente: mesmo diante da maior pandemia em cem anos, fizemos a dívida cair. Há outro caminho, e é o que este Plano apresenta: o caminho de volta ao equilíbrio, para que a vida caiba no orçamento e o esforço de cada família volte a valer a pena.
Nesta escolha, o que está em jogo não é qual candidatura vence, é o próprio
Brasil. Continuar no mesmo caminho é condená-lo a perder; mudar é a chance de fazê-lo vencer de novo.
Este Plano foi organizado para responder a essas perguntas, fazendo o Brasil crescer e melhorando a vida das famílias no seu dia a dia. É por isso que ele existe: para que o Brasil volte a vencer.
Nossos valores
Nossa forma de governar permanece fiel a valores que consideramos inegociáveis e que sustentam a sociedade brasileira: o respeito à liberdade, à família, à vida desde a concepção, à propriedade privada, à democracia, à liberdade de expressão e à liberdade religiosa.
O papel do Estado não é tornar as pessoas dependentes do governo, mas criar as condições para que as famílias conquistem autonomia, prosperidade e liberdade. Manteremos e aperfeiçoaremos os programas sociais, porque nenhum brasileiro pode ficar para trás, mas a proteção não é o fim da linha: é o começo de uma trilha que leva à qualificação, ao trabalho, ao crédito e ao patrimônio. Apenas administrar carências é comodismo. Nossa missão é apoiar cada brasileiro na construção do próprio futuro, e acompanhar cada família em todas as etapas da vida, inclusive no cuidado com quem envelhece.
Essa forma de governar já demonstrou sua capacidade de produzir resultados concretos. Foi com esses princípios que o governo do Presidente Jair
Bolsonaro enfrentou um dos períodos mais desafiadores da história recente, preservando a responsabilidade fiscal, fortalecendo a proteção às famílias mais vulneráveis, realizando reformas estruturantes e modernizando o Estado, mesmo diante da pandemia e dos impactos da guerra no cenário internacional.
A jornada do cidadão
A vida de uma família não se divide em ministérios. Ela se organiza como uma trajetória: proteção, formação, trabalho, iniciativa, crédito, patrimônio e um envelhecimento digno. A maior parte dos capítulos deste Plano acompanha essa trajetória. A segurança protege a criança na escola e o comerciante no balcão. A simplificação do Estado poupa tempo de quem busca o primeiro emprego e de quem já se aposentou. O crédito serve a quem quer estudar, a quem quer empreender e a quem quer comprar a casa própria. E a tecnologia e a inteligência artificial estarão a serviço de toda a jornada, integrando informações, eliminando burocracias e aproximando o Estado de quem ele deve servir.
Mas a jornada de cada família acontece dentro de um país, e esse país também precisa funcionar. Por isso, ao lado dos capítulos que acompanham a vida do cidadão, este Plano dedica um eixo ao Brasil que precisa crescer: a infraestrutura, a energia, o agronegócio, a tecnologia e a inserção no mundo.
Quando o país cresce, cada conquista individual vale mais, dura mais e alcança mais gente.
Como este Plano está organizado
Brasil sem Medo, para sua família voltar para casa em paz
Nossa jornada começa pelo direito de viver sem medo. Sem segurança não há trabalho, não há negócio aberto, não há criança brincando na rua de casa, não há futuro. É por isso que a primeira obrigação do nosso governo será devolver o Brasil às famílias brasileiras e tirá-lo das mãos do crime.
Brasil por Elas, fortalecer as mulheres é fortalecer a família
Quando protegemos uma mulher, protegemos uma família. Este programa não é um capítulo à parte: ele percorre todos os eixos deste Plano, da proteção ao patrimônio.
Brasil sem Fila, seu tempo é seu
Um governo que facilita a vida, e não que cria obstáculos. Um Tesouraço da
Burocracia para integrar serviços, reunir o atendimento em um só lugar e acabar com o que trava o cidadão e o empreendedor.
Brasil Mais Barato, para sobrar dinheiro no fim do mês
Menos imposto no que a família consome, conta de luz mais simples e mais barata, custo de transporte menor na prateleira do supermercado e crédito que não afunda o orçamento.
Brasil que Prepara, para sua família ter as ferramentas para vencer
Educação de verdade, saúde acessível, esporte que forma e apoio no cuidado com crianças e idosos. Ninguém constrói futuro sem preparo e sem tempo.
Brasil que Prospera, para você conquistar o que é seu
Proteção social como ponto de partida, trabalho que compensa, negócio próprio, a CAIXA como ferramenta de crédito e mobilidade social, e a casa própria. A jornada em que o cidadão conquista o que é seu pelo próprio esforço.
Brasil que Cresce, o país que dá condições a quem quer trabalhar e produzir
Segurança jurídica, infraestrutura, energia, agronegócio, tecnologia, minerais críticos, meio ambiente, turismo e inserção no mundo. O país que funciona por baixo da vida de cada família e faz cada conquista ir mais longe.
Brasil que Cumpre a Constituição, regras que valem para todos e não mudam no meio do jogo
Instituições fortes, cada Poder dentro de seus limites e um Tesouraço na
Censura para garantir a liberdade de criticar sem medo. Regras iguais para todos: ninguém está acima da Constituição.
Brasil que Não Volta Atrás, para que isso seja permanente
Tesouraço nos gastos públicas: equilíbrio fiscal, reforma do Estado, combate à corrupção e menos impostos. A garantia que tudo o que foi prometido tem lastro.
Um novo caminho
O Brasil precisa de uma alternativa liberal, conservadora, reformista e corajosa:
um Estado eficiente, que cumpra bem o que é seu dever, pare de atrapalhar quem trabalha e volte a servir o cidadão, respeitando seus valores.
Governar é devolver ao cidadão a segurança, a liberdade e as oportunidades para construir o próprio destino.
BRASIL SEM MEDO
A soberania começa na porta da sua casa
Nenhuma família vive, trabalha ou prospera sob o domínio do medo. Antes de qualquer outra coisa, o brasileiro precisa poder deixar o filho ir à escola, abrir a porta do comércio de manhã e voltar para casa à noite sem rezar para chegar inteiro. Segurança não é um tema entre outros: é a condição para todos os demais. Sem ela, não há emprego que vingue, negócio que abra, criança brincando na rua nem futuro que se construa.
Por isso a jornada deste Plano começa aqui, devolvendo o Brasil às mãos de quem trabalha e tirando-o do controle do crime. O que se segue não é discurso: é um conjunto de medidas duras, concretas e aplicáveis desde o primeiro dia, para que quem volte a mandar no Brasil seja a lei.
Terrorista vai ser tratado como terrorista
Vamos declarar guerra ao crime organizado. PCC, CV, milícias e todas as outras facções serão declaradas como organizações narcoterroristas. Elas serão combatidas com força, inteligência e integração para que seus líderes sejam presos e seus negócios ilícitos, asfixiados. Vamos seguir o dinheiro do crime:
bloquearemos ativos e desarticularemos a lavagem de dinheiro que sustenta as facções. Bandido armado com fuzil na mão vai ser abatido pelas forças de segurança. Vamos fazer consórcios e convênios com estados e municípios para investir em inteligência, retomada de territórios alinhada a políticas públicas estruturantes, tecnologia, armamentos de última geração e valorização do policial. Quem vai voltar a mandar no Brasil será a lei.
O crime do menor não é menor
O novo governo do Brasil vai apoiar e sancionar a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. Vamos punir também maiores de 14 anos que cometerem crimes graves, como estupro, tráfico, tortura e assassinato. Quem comete crime como gente grande vai ser punido como gente grande.
Tropa de elite nas fronteiras
Hoje, temos 16 mil quilômetros de fronteiras abertas e um efetivo de 1 policial para cada 100 quilômetros. Esse “liberou geral” vai acabar. Vamos criar o
Sistema Nacional de Fronteira, uma tropa de elite do Exército, da Marinha e
da Força Aérea Brasileira, equipada com armas de guerra, inteligência e tecnologia, responsável por criar um paredão na fronteira. Fuzis e drogas que abastecem 100% das facções serão interceptados por terra, pelos portos e pelo espaço aéreo. Vamos desorganizar o crime organizado e asfixiar o crime física e financeiramente.
Mais presídios, menos bandidos soltos
O Brasil terá 5 novos presídios de segurança máxima no modelo adotado por
El Salvador. Junto com os atuais 5 presídios federais, eles formarão o Complexo
Federal de Segurança Máxima. Para tirar o medo do cidadão e botar medo no bandido, ele vai se chamar TREVA. Chefes de quadrilha e marginais de alta periculosidade serão tirados de circulação e isolados. Com isso, os bandidos vão deixar de controlar as facções criminosas de dentro dos presídios, como ocorre hoje. Eles vão viver sem celular, sem visita íntima e com visitas monitoradas. Em parceria com os governos estaduais, vamos criar meio milhão de novas vagas no sistema prisional em 4 anos e zerar o déficit carcerário. Quem comete crimes graves vai entender que prisão é punição.
Cortar o mal pela raiz
Vamos usar a força da Presidência da República e a nossa experiência legislativa para aprovar e implementar a castração química de criminosos que abusam de mulheres e crianças. A medida deverá ser aplicada a estupradores e abusadores de crianças condenados pela Justiça. Criminoso que destrói a vida de mulheres e crianças não merece privilégio nem complacência do Estado. Quem comete esse tipo de crime perde o direito de receber qualquer tipo de tolerância do Estado e deve enfrentar as punições mais duras permitidas pela lei.
Tolerância zero para o feminicídio
Medida protetiva vai deixar de ser um pedaço de papel para ser um instrumento real de proteção às mulheres. Os agressores das mais de meio milhão de mulheres com medida protetiva no Brasil serão monitorados pelas autoridades com o uso de tornozeleiras eletrônicas. Vamos endurecer a lei e obrigar assassinos e agressores de mulheres a cumprir integralmente suas penas. Porque hoje o sistema liberta criminosos depois de 55% do tempo da pena. Isso vai acabar. É cadeia o tempo todo: do primeiro ao último dia.
Acabar com a cocaína “made in Brazil”
Não plantamos coca nem produzimos cocaína. Mas, sob Lula e o PT, o Porto de Santos se tornou um dos maiores exportadores de cocaína do mundo. Nós vamos usar tropas especiais da Marinha e da Aeronáutica para ocupar e monitorar, de forma permanente, os portos e aeroportos brasileiros.
Traficante que resistir e enfrentar o Estado vai ser preso ou vai virar pó.
Menos verbo mais verba
O novo governo do Brasil vai dobrar os investimentos federais em segurança pública ao longo do mandato. O blá-blá-blá ideológico da esquerda não traz resultados práticos. Dados do Ministério da Fazenda apontam que o Governo
Federal destina somente 0,4% dos seus gastos à segurança pública. Assim, fica difícil combater o crime. Quem tem que viver em paz é o cidadão de bem, não as facções do mal. Não se combate o crime a quatro meses de uma eleição com discurso e PowerPoint, como faz Lula e o PT, depois de 18 anos no poder passando pano para bandido.
Luz, câmara, prisão
Vamos implantar o Muralha Brasileira - um sistema nacional de reconhecimento facial integrado a bancos de dados criminais, inspirado no
Smart Sampa, da Prefeitura de São Paulo, e no Muralha Paulista, do Governo do Estado. Além de localizar foragidos e prevenir crimes, vamos vigiar portos, aeroportos e áreas públicas com mais de 1 milhão de novas câmeras espalhadas por todo o país. Bandido não vai ter mais onde se esconder.
Auxílio das famílias das vítimas, não dos bandidos
O novo Governo do Brasil vai colocar a vítima em primeiro lugar. Os recursos hoje direcionados às famílias de detentos serão redirecionados às famílias das vítimas, conforme recomendado pela ONU e por tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário, embora Lula e o PT nunca os tenham cumprido.
Sem desconto para a barbárie
Hoje, 4 em cada 10 presos soltos após o cumprimento da pena ou libertados por progressão de regime voltam a cometer crimes. Por isso, o novo Governo do Brasil vai usar toda a sua força para acabar com a progressão de regime de quem comete crimes hediondos. Quem tirar uma vida vai cumprir
integralmente sua condenação para proteger a sociedade e para que os bandidos entendam, antes de cometerem seus crimes, que aqueles que desafiarem a lei vão mofar na prisão.
Quem não entrar na linha vai ser desligado da sociedade
Ao contrário do que diz Lula, que ofende os brasileiros mais humildes, pobre não gosta de comprar celular roubado. Pobre compra parcelado em 12 vezes.
Por isso, o novo Governo do Brasil vai jogar duro com quem rouba, furta e comercializa celulares roubados. Criminoso que for pego roubando celular vai ficar preso. Quem furta ou revende um aparelho fruto de crime vai ter a pena inicial quadruplicada, também sem benefícios. E o que está em jogo não é só um aparelho: são as fotos da família, o acesso ao banco, os documentos, a intimidade e, muitas vezes, a ferramenta de trabalho de quem depende dele para viver. Muitos brasileiros perdem a vida em roubos de celular. Vamos acabar com essa indústria do crime e do assassinato.
BRASIL POR ELAS
fortalecer as mulheres é fortalecer a família
Mais da metade das famílias brasileiras é chefiada por uma mulher. Quando ela é protegida, capacitada e tem renda própria, não é só a vida dela que muda:
é a da família inteira. Este Plano respeita todos os arranjos familiares e a liberdade de cada mulher decidir o próprio caminho, seja no cuidado do lar, seja no mercado de trabalho. O Brasil por Elas foi criado para garantir que nenhuma mulher deixe de ter escolha por falta de informação, de proteção, de renda ou de oportunidade.
É o maior programa de inclusão digital, proteção e crescimento financeiro da história do país, construído sobre uma convicção simples: a internet é a maior infraestrutura de prosperidade social do século XXI, e conectar uma mulher é abrir a ela as portas do estudo, do trabalho, do crédito e da proteção.
Este não é um capítulo isolado dos demais. O Brasil por Elas é a jornada deste
Plano vista pelos olhos de quem mais precisa dela, e atravessa todos os outros eixos: a segurança do Brasil sem Medo, a desburocratização do Brasil sem Fila, a educação do Brasil que Prepara, o crédito e a casa própria do Brasil que
Prospera. O que se faz por elas aqui reaparece, com o nome delas, ao longo de todo o plano. São doze compromissos com elas, e com o Brasil.
Central da Mulher um único lugar para resolver tudo
A Central da Mulher será um espaço físico onde a mulher resolve a vida sem perder tempo nem percorrer a cidade inteira. Nela, encontrará acolhimento e proteção, orientação jurídica e apoio psicológico, saúde preventiva, qualificação e cadastramento, a possibilidade de se candidatar a vagas de emprego, orientação para abrir o próprio negócio, crédito, renegociação de dívidas, regularização da casa e acesso a benefícios. Vamos abrir essas centrais em todo o Brasil, em parceria com estados e municípios, em imóveis da União e em conjunto com o Sistema S e instituições públicas e privadas. E teremos unidades itinerantes, como caminhões adaptados que percorrerão o país de ponta a ponta e, onde for preciso, barcos adaptados para atender a população ribeirinha e mais distante.
Aplicativo Central da Mulher tudo na palma da mão
O mesmo lugar que existe perto de casa também estará dentro do celular.
Todos os serviços oferecidos nos espaços físicos estarão disponíveis no aplicativo, que vai conectar as mulheres de todo o Brasil, oferecendo trilhas de proteção e de capacitação e o acompanhamento personalizado de toda a jornada.
Bônus de internet conectar pessoas é conectar oportunidades
Vamos conectar o Brasil, porque a internet é a infraestrutura da prosperidade no século XXI. Garantiremos pacotes de internet para que nenhuma mulher deixe de estudar, se capacitar, buscar emprego, empreender ou pedir ajuda por falta de conexão. É o que dará acesso ao aplicativo, aos cursos da Escola
Brasil por Elas, à ClarIA, à busca por vagas de emprego, à marcação de exames e aos demais serviços da plataforma.
ClarIA a amiga virtual que acompanha cada etapa da jornada
A ClarIA estará ao lado da mulher em cada passo. Sempre que surgir uma dúvida ou um problema, ela será a guia, oferecendo atendimento personalizado, orientação e encaminhamento imediato, como ter uma amiga disponível 24 horas por dia. Inspirada nas mais avançadas plataformas de inteligência artificial, com uma experiência simples e acessível, ela acompanha a jornada ao longo do tempo, cria um histórico, envia lembretes e sugere oportunidades de acordo com o perfil de cada uma. Vai orientar como acompanhar a medida protetiva, como agendar mamografia e outros exames, como procurar apoio psicológico, como conseguir um emprego melhor, como obter crédito para abrir um negócio e como comprar a primeira casa, entre muitas outras.
Denúncia facilitada a tecnologia vai impedir que a violência aconteça
Quem vive com medo não pode esperar. Vamos modernizar e integrar os canais de denúncia, reunindo o Ligue 180, as delegacias online, o botão de
emergência e as centrais de monitoramento em uma plataforma inteligente de resposta rápida. Pelo chat da ClarIA será possível registrar ocorrência, pedir medida protetiva e receber orientação e acolhimento. Vamos implantar um sistema nacional de avaliação de risco, para que cada denúncia receba atendimento proporcional ao nível da ameaça, priorizando os casos mais graves. E vamos monitorar por tornozeleira eletrônica os agressores sob medida protetiva de maior risco, alertando de imediato as autoridades e a vítima em caso de descumprimento da ordem judicial ou de aproximação indevida.
Orientação financeira da proteção ao patrimônio
Muitas mulheres permanecem em relações abusivas porque não têm condições financeiras de recomeçar. Nosso compromisso é ajudar cada uma a conquistar a independência. Vamos oferecer orientação financeira, do primeiro salário ao primeiro patrimônio, com programas para organizar a vida financeira: cuidar do orçamento doméstico, sair do endividamento, criar poupança e se proteger do impacto das apostas online sobre a família. O foco é fortalecer a autonomia econômica e proteger a renda familiar.
Ganha, Ganha atitude que vira benefício
O Brasil tem cerca de 10 milhões de mulheres empreendedoras, responsáveis pelo sustento de milhões de famílias, e mesmo sendo em média mais escolarizadas ainda enfrentam mais dificuldade para acessar crédito e pagam juros mais altos. Elas fazem a coisa certa todos os dias, mas não recebem nada por isso, e esse esforço merece ser reconhecido.
Com o Ganha, Ganha, atitudes como concluir cursos de capacitação, trabalhar de forma regular, poupar e pagar as contas em dia passarão a gerar pontuação positiva. Esses pontos poderão ser convertidos em benefícios concretos: juros menores, cashback, acesso facilitado ao crédito, descontos em serviços e incentivo à poupança. Quem hoje é invisível ao sistema financeiro poderá construir um histórico positivo, baseado não só no passado financeiro, mas no compromisso com a família, o trabalho e o futuro.
A participação será totalmente voluntária e as regras, transparentes: ninguém perde direitos ou benefícios por não aderir.
A CAIXA Econômica Federal, o Banco da Amazônia e o Banco do Nordeste serão motores dessa prosperidade, ampliando o programa CAIXA Pra Elas e ajudando milhões de mulheres a construir reputação financeira e formar patrimônio ao longo da vida.
Casa Segura a proteção começa pelo lar
Vamos ampliar os espaços de acolhimento para mulheres em situação de violência, porque nenhuma mulher deve continuar ao lado do agressor por não ter para onde ir. E vamos assessorar a mulher a obter a escritura da casa própria no seu nome, uma das formas mais sólidas de autonomia e de proteção contra a violência doméstica: um patrimônio que é dela e que um dia passará aos filhos, aconteça o que acontecer. Essa é uma agenda que já mostrou resultado: durante o governo Bolsonaro, dos cerca de 450 mil títulos de propriedade rural entregues, 90% foram destinados a mulheres.
Escola Brasil por Elas mais conhecimento e capacitação às mulheres
A Escola Brasil por Elas será o maior programa gratuito de capacitação feminina da América Latina, integrado aos cursos do Sistema S e a parcerias público-privadas. Para quem quer empreender, trabalhar de casa ou conseguir um emprego melhor, ela oferecerá formação em inteligência artificial, programação, marketing digital, finanças, idiomas e muito mais.
Todos os cursos, online ou presenciais, terão certificado ao final e conexão com vagas de emprego e trilhas para quem deseja abrir o próprio negócio.
Mais Trabalho para Elas mais emprego, mais renda, mais independência
Vamos criar um sistema que integre vagas de emprego, qualificação, abertura simplificada de empresa, apoio ao pequeno negócio e intermediação de mão de obra. E vamos montar um grande banco de dados conectado ao RH de empresas de todo o país, para impulsionar de forma mais segura a colocação de mais mulheres no mercado de trabalho.
Creche garantida para toda criança o cuidado como parte da economia
As mulheres dedicam quase o dobro de horas dos homens ao trabalho doméstico, um cuidado não remunerado que equivale a cerca de 8,5% do PIB brasileiro. Vamos ampliar a oferta de creches para as crianças desde a primeira infância, em período integral, com alimentação digna e foco no desenvolvimento infantil. Onde não houver vaga na rede pública, a família receberá um voucher-creche para acesso à rede privada credenciada até a vaga pública surgir, para que nenhuma mulher deixe de trabalhar, estudar ou empreender por falta de creche. Também estruturaremos uma Rede
Nacional de Cuidado, ampliando o apoio a idosos e pessoas com deficiência, com centros-dia e atendimento domiciliar em parcerias público privado com estados, municípios e organizações sociais. Nosso compromisso é devolver às mulheres aquilo que hoje lhes falta: tempo, inclusive para cuidar de si mesmas.
Saúde para Elas mais prevenção, menos filas
Vamos cuidar da saúde da mulher de forma preventiva, sem fila longa, com atendimento perto de casa e também pelo celular, por telemedicina ou em postos de saúde que vamos ampliar e construir. O prontuário eletrônico integrado garantirá rastreamento e acompanhamento ao longo da vida, através de um banco de dados da saúde que conectará médicos de diferentes especialidades, e a mulher não perderá mais o dia inteiro de trabalho para cuidar da própria saúde. Vamos ampliar o acesso a exames preventivos, cuidando da mulher com câncer, na menopausa, na gestação ou que sofre de endometriose, por exemplo, e dar acesso também à saúde bucal. E teremos
Unidades Móveis de Saúde da Mulher, ônibus ou caminhões adaptados que percorrerão o país, além de barcos adaptados para atender a população ribeirinha.
Quando protegemos uma mulher, protegemos uma família. Quando elas avançam, o Brasil avança.
O Brasil por Elas não divide o país entre homens e mulheres. Ao contrário: ele organiza o Estado a partir da realidade de quem já está à frente de milhões de famílias brasileiras. Uma mulher que se sente protegida denuncia o agressor
sem medo. Uma mulher com acesso a crédito tem coragem de abrir o próprio negócio. Uma mulher que sabe que pode contar com uma creche volta a trabalhar. Uma mulher com a casa no próprio nome se sente segura e confia no futuro.
Governar pensando nelas não é governar para uma parte do país: é fortalecer a base sobre a qual se apoiam as famílias brasileiras. Fortalecer as mulheres é fortalecer o Brasil inteiro.
BRASIL SEM FILA
seu tempo é seu
Poucas coisas revelam tanto o descaso de um governo quanto a fila. A fila do
INSS, que chegou a 3 milhões de requerimentos no início de 2026, é um recorde absoluto. A fila do posto de saúde, onde o paciente refaz um exame que já fez porque ninguém encontrou o resultado. A fila do cartório, do banco, da repartição, para entregar ao Estado um papel que o próprio Estado já emitiu.
Cada uma dessas filas cobra o mesmo preço: um dia de trabalho perdido. Para quem é assalariado, é uma falta. Para quem é autônomo, é a diária que não entrou. Para a mãe que precisa buscar o filho na creche, é a escolha entre resolver o problema e chegar a tempo. O tempo do brasileiro é tratado como se não valesse nada, quando é justamente o que ele tem de mais escasso.
Ao longo de décadas, o Estado brasileiro foi organizado para a própria conveniência, não para a de quem paga por ele. São dezenas de portas de entrada, dezenas de cadastros, dezenas de sistemas que não conversam entre si. Nenhum resolve a vida de ninguém sozinho, e o cidadão é obrigado a percorrer todos.
Nós já mostramos que é possível fazer diferente. O governo do Presidente Jair
Bolsonaro transformou o Brasil em uma referência mundial em governo digital: o Banco Mundial classificou o país como o sétimo do mundo em maturidade de governo digital, à frente de todas as nações das Américas, incluindo Estados Unidos e Canadá. A plataforma Gov.br chegou a 4,9 mil serviços do Governo Federal, com 75% deles totalmente digitalizados. O PIX deu a milhões de brasileiros um meio de pagamento instantâneo e gratuito, dispensando taxas bancárias. A Carteira de Trabalho Digital foi baixada por
65 milhões de brasileiros, e o seguro-desemprego passou a ser solicitado pelo próprio aplicativo. O idoso passou a fazer prova de vida pelo celular, sem sair de casa. E o Sistema Eletrônico dos Registros Públicos abriu caminho para que registros e consultas em cartório sejam feitos pela internet. Foi também o governo Bolsonaro que realizou o leilão do 5G, um dos maiores do mundo, trazendo ao país a rede de nova geração sobre a qual todos esses serviços passam a funcionar. E não foi só o cidadão que ganhou: também demos os
primeiros passos para desburocratizar a vida de quem empreende, com a Lei da Liberdade Econômica.
Agora vamos concluir esse trabalho, com um Tesouraço da Burocracia que corta pela raiz o que faz o cidadão e o empreendedor perderem tempo. Nosso governo vai inverter de vez a lógica: o Estado passa a ser um só para quem procura por ele, e o tempo do brasileiro volta a ser dele.
Internet como infraestrutura conexão é o que dá acesso a tudo
A internet é a infraestrutura da prosperidade no século XXI. É por ela que se marca uma consulta, se estuda para uma nova profissão, se procura emprego, se abre um negócio e se pede socorro. Um brasileiro sem conexão está fora de tudo isso, por mais serviços que o governo digitalize.
Tratar a internet como infraestrutura é tratá-la como se trata uma estrada ou uma rede de energia: não é luxo, é o que permite que todo o resto funcione.
Vamos garantir pacotes de conexão para que nenhum brasileiro deixe de estudar, se capacitar, buscar emprego, empreender ou pedir ajuda por falta de internet, com prioridade para as mulheres alcançadas pelo Brasil por Elas.
E vamos levar conectividade às localidades de baixa cobertura, priorizando escolas, áreas rurais e regiões de fronteira, dando continuidade ao trabalho que, no governo Bolsonaro, já havia conectado mais de 11 milhões de pessoas, por meio da instalação de mais de 21.000 pontos de inclusão digital pelo
Programa Wi-Fi Brasil.
Digitalizar sem conectar é excluir. Nenhum serviço digital cumpre sua função para quem está fora da rede, e é por isso que a conexão vem antes de tudo neste capítulo.
Estado Digital: todos os serviços na palma da mão uma porta só, sem sair de casa
Hoje, o brasileiro precisa adivinhar qual órgão resolve o seu problema e depois provar a esse órgão aquilo que outro órgão já sabe. É o cidadão fazendo o trabalho de integração que o Estado deveria ter feito.
Vamos digitalizar 100% dos serviços públicos do Governo Federal passíveis de digitalização, sob o princípio do digital by design, e eliminar a exigência de reapresentar documentos que o Estado já possui. Se o governo já tem a informação, não vai pedir de novo.
A identidade digital única, com autenticação integrada ao Gov.br, permitirá que assistentes automatizados montem a trilha de serviços de cada cidadão, inclusive por comando de voz, o que facilita a vida de quem tem mais idade ou menos familiaridade com tecnologia. Em vez de o cidadão procurar o serviço, o serviço passa a encontrá-lo. Vamos assegurar que esses serviços sejam simples, intuitivos e acessíveis a qualquer cidadão.
O Brasil se tornou uma das maiores referências mundiais em governo digital, graças ao trabalho do governo Bolsonaro. Vamos aprofundar essa liderança e fazê-la chegar a cada brasileiro, onde quer que ele viva, até que nenhum serviço público exija sair de casa ou perder o dia de trabalho.
Inteligência artificial a serviço do cidadão o governo se antecipa à sua necessidade
A inteligência artificial não precisa ser uma abstração distante. Bem usada pelo Estado, ela é o que permite que o governo antecipe a necessidade do cidadão, em vez de esperar que ele descubra sozinho a porta certa.
Assistentes automatizados vão indicar a cada brasileiro os serviços e benefícios a que ele tem direito e o caminho para obtê-los, sem que ele precise descobrir sozinho a qual órgão recorrer. A ClarIA, apresentada no
Brasil por Elas, acompanhará cada cidadão em sua jornada. E um aplicativo de companhia e alerta dará mais segurança a quem vive sozinho na terceira idade.
O objetivo é simples: que o cidadão precise saber cada vez menos sobre como o governo funciona por dentro para conseguir o que precisa dele.
Saúde digital e prontuário eletrônico único seu histórico de saúde vai com você
Todos os anos, milhares de brasileiros morrem de doenças que poderiam ter sido tratadas a tempo, porque a informação sobre a própria saúde está
espalhada em papéis, sistemas e unidades que não conversam entre si. O médico que atende hoje não sabe o que outro médico já descobriu. Esse trabalho foi iniciado no Governo Bolsonaro: criamos o Conecte SUS e a rede nacional que deu ao cidadão acesso ao seu histórico e começou a conectar os sistemas de saúde do país. Agora vamos concluí-lo.
Vamos implantar o prontuário eletrônico único, vinculado ao CPF e integrado ao Gov.br, interoperável entre as redes pública e privada, com histórico completo de consultas, exames, vacinas e prescrições, sempre observados o consentimento do paciente, a LGPD, o sigilo médico e os protocolos de segurança
O ganho é direto e pode salvar a sua vida. O médico do pronto-socorro saberá na hora quais remédios você toma e a que você é alérgico. O especialista não vai pedir de novo o exame que você fez no mês passado, nem fazer você esperar mais um mês pelo resultado. Um problema detectado no posto de saúde não se perde no caminho até o hospital. Você deixa de carregar pastas de papel e de repetir a mesma história em cada atendimento, e passa a ser tratado por quem já conhece o seu caso.
Junto disso, vamos completar a digitalização do SUS e usar inteligência artificial para agilizar o agendamento de consultas e exames, ajudando a encaixar o paciente na primeira vaga disponível, para que ninguém mais fique meses aguardando uma marcação que poderia ser resolvida em muito menos tempo.
INSS sem fila o aposentado não espera pelo que já é dele
A atual gestão trouxe o caos ao sistema previdenciário. A fila de espera chegou a 3 milhões de requerimentos no início de 2026, um recorde absoluto, e cada número desses é um aposentado esperando pelo dinheiro que já lhe pertence.
Em 2022, nós entregamos essa fila em queda.
Vamos investir em tecnologia e digitalizar os processos do INSS, dando continuidade ao caminho do Meu INSS, e profissionalizar a gestão do órgão.
Sai a gestão voltada a entidades sindicais, entra a gestão profissional, medida por uma coisa só: quanto tempo o aposentado espera para receber.
Desburocratização para quem empreende abrir e tocar um negócio sem labirinto
Abrir uma empresa no Brasil já foi um calvário de semanas. Foi a Lei de
Liberdade Econômica, aprovada em 2019 no governo Bolsonaro, que mudou esse quadro: dispensou alvarás e licenças para atividades de baixo risco, simplificou o registro e afirmou a presunção de boa-fé de quem produz.
Demos um passo decisivo para tirar o empreendedor do labirinto.
Mas esse avanço ainda não chegou a todos. Em muitos estados e municípios, abrir e manter uma empresa continua lento e caro, quando no vizinho já é simples. Vamos fazer o bom exemplo da liberdade econômica alcançar todo o país, em cada estado e município, para que a facilidade de empreender não dependa da sorte de onde a pessoa vive.
E abrir é só o começo. O labirinto que mais sufoca está em manter o negócio de pé: as licenças, as exigências e a papelada do dia a dia que consomem o tempo de quem deveria estar produzindo. Vamos promover um amplo revogaço regulatório, revisando normas obsoletas e racionalizando procedimentos, com segurança jurídica para investir e crescer. Cada real gasto com burocracia é um real que deixa de virar máquina, estoque ou emprego.
Para o pequeno empreendedor, o resultado é o tempo que deixa de gastar com papelada e passa a dedicar ao próprio negócio. Para quem procura emprego, é a vaga que existe porque a empresa pôde não só abrir, mas prosperar.
Menos burocracia no campo licença, outorga e título de propriedade sem espera
No campo, a burocracia tem custo direto sobre a produção de alimentos. Uma outorga de irrigação leva hoje, em média, 24 meses para ser concedida: são dois anos em que a terra produz menos do que poderia. E o pequeno produtor que não tem o título da sua terra não consegue crédito, não pode investir e não tem a segurança de que aquilo que ele trabalha é dele.
Vamos simplificar as outorgas de irrigação e acelerar a regularização fundiária e a titulação do pequeno proprietário rural, retomando o ritmo de titulação que o governo Bolsonaro já havia acelerado, como detalhado no
Brasil que Cresce. Quem trabalha a terra vai ter o papel que prova que ela é sua.
Vamos instituir a rastreabilidade completa das cadeias produtivas, integrando em um só sistema os cadastros fundiários e ambientais, as guias de trânsito animal, as autorizações de supressão vegetal e o monitoramento por satélite. Esse mesmo sistema identifica o pequeno produtor não para vigiá-lo, mas para reconhecê-lo: quem hoje é invisível para o poder público passa a ser visto, e quem é visto pode ser atendido, com acesso a crédito, a programas de apoio e à garantia de que a sua produção tem origem comprovada. Com isso, separamos definitivamente o produtor que cumpre a lei daquele que a viola — e quem produz corretamente deixa de pagar, em desconfiança e em papelada, pelo que o infrator faz. Em vez de prestar a mesma informação a vários órgãos, o produtor a presta uma vez só.
Menos tempo na fila, menos papel, menos labirinto. Para o cidadão, é o dia de trabalho que não se perde. Para quem produz, é o investimento que sai do papel e o emprego que vem com ele.
BRASIL MAIS BARATO
para sobrar dinheiro no fim do mês
O povo se sente humilhado ao frequentar os supermercados. De nada adiantam promessas de picanha e cervejinha quando, na hora de passar no caixa, o carrinho está cada vez mais vazio e a conta, cada vez mais alta. Até as embalagens encolheram: o mesmo preço compra menos café, menos chocolate, menos de tudo. Porque, antes da embalagem, quem encolheu foi o poder de compra da família.
Essa é a pergunta que abre este Plano e a que mais aperta o brasileiro: como pago as contas este mês? Ela não se responde com discurso. Responde-se com o preço do arroz, com o valor da conta de luz, com o quanto sobra depois de pagar o gás, o transporte e a prestação.
O governo do PT tornou tudo mais caro, e não por acaso. Foram 30 aumentos de tributos, a inflação de alimentos fora de controle e a maior taxa de juros em 19 anos. O Brasil tem hoje a maior taxa de juro real do mundo!
Em quatro anos, a dívida pública cresceu 13 pontos percentuais em relação ao
PIB. Quando o governo gasta mais do que arrecada, a conta não desaparece:
ela volta para a família em forma de imposto no preço, de juro no cartão e de dinheiro que compra menos. Os dados de 2026 confirmam o que a família sente: o endividamento das famílias mais pobres bateu recorde, 85% das que ganham até três salários mínimos estão endividadas, e, de cada R$ 100 que entram no orçamento, sobram pouco mais de R$ 20 depois das contas e das dívidas.
Nós já mostramos que o caminho é outro. Mesmo enfrentando a maior pandemia em cem anos, reduzimos em 4 pontos percentuais a relação entre a dívida e o PIB. No governo Bolsonaro, a redução de tributos chegou ao dia a dia das famílias: caiu a conta de energia elétrica, caiu a conta de telefone, caiu o preço da gasolina e ficou mais barato comprar bens de consumo, de um fogão a uma geladeira. Também foi ali que nasceu o PIX, que tirou do brasileiro mais pobre o peso das tarifas bancárias.
Vamos fazer de novo, e vamos fazer mais. Este capítulo reúne o que o nosso governo fará para que sobre dinheiro no fim do mês.
Menos imposto no que você consome o preço na prateleira também é feito de tributo
Boa parte do que o brasileiro paga no supermercado não é comida: é imposto.
E quem sente primeiro é quem tem menos, porque gasta quase tudo o que ganha justamente naquilo que é mais tributado. A comparação com outros países é dramática: com a atual reforma tributária, o Brasil caminha para ter um dos maiores impostos sobre valor agregado (IVA) do mundo, projetado em torno de 30%, contra uma média de 19% nos países da OCDE, e menos ainda em vários vizinhos.
Isso porque a reforma tributária aprovada pela atual gestão foi entregue ao sabor dos lobbies. Toda a transição ficou para os mandatos seguintes, o que evitou desgaste político para quem a aprovou, permitiu que os mais fortes vencessem e deixou para a população um custo que se aproxima de R$ 1 trilhão, sem fonte orçamentária definida nos dois fundos criados pela reforma, além de mais de R$ 500 bilhões em exceções decorrentes dos lobbies, que passaram a ser permanentes.
Vamos promover a revisão e o redimensionamento da reforma tributária em curso e da majoração de impostos efetuada pelo atual governo, com o objetivo de reduzir efetivamente a carga sobre a produção e o consumo. Vamos corrigir suas distorções, reduzir o IVA, hoje projetado num dos patamares mais altos do mundo, e assegurar a não cumulatividade, para que não se cobre imposto sobre imposto. Assim a reforma fica mais equilibrada, preservando a simplificação e a aderência às melhores práticas internacionais. O esforço de simplificação continuará: menos impostos, legislação unificada, desoneração das exportações e dos investimentos e redução das exceções, para que grupos parecidos paguem impostos parecidos. O círculo virtuoso é claro: menos impostos, mais formalidade, mais crescimento.
O resultado que o brasileiro precisa ver não é uma alíquota no papel: é o preço menor na prateleira, na bomba de combustível e na conta que chega todo mês.
Conta de luz mais simples e mais barata você paga pela energia, não por encargos que não entende
Poucos brasileiros conseguem explicar a própria conta de luz, e não é por falta de atenção. A conta virou um amontoado de encargos, subsídios cruzados e siglas que ninguém decifra: o consumidor paga a energia que usou e paga também por uma série de contas que não são dele.
Vamos simplificar a conta de luz, racionalizando encargos e subsídios cruzados, e promover a redução gradual da CDE e das fontes incentivadas, mantida a tarifa social para quem mais precisa dela. Vamos reduzir impostos sobre energia elétrica e combustíveis, buscar segurança energética ao menor preço possível para o consumidor e regular as diversas fontes com um único norte: o menor preço final para quem paga a conta.
Energia mais barata aparece no fim do mês: é a conta que cabe no orçamento, o chuveiro que a família liga sem medo, a padaria que não repassa o custo ao pão e a fábrica que não precisa demitir para pagar a luz.
Comida mais barata na prateleira o Brasil produz alimento; o brasileiro precisa poder comprá-lo
O Brasil é um dos maiores produtores de alimentos do mundo, e ainda assim há brasileiro passando aperto para encher o carrinho. Parte importante da explicação está no caminho entre a lavoura e a prateleira. O custo logístico no Brasil é de 15,5% do PIB, quase o dobro dos 8,8% dos Estados Unidos.
Essa diferença não fica no meio do caminho: ela chega ao preço final e é paga pela família.
Vamos criar os Corredores Logísticos Inteligentes, com foco direto na redução do custo de transporte, e ampliar o Seguro Rural, dando previsibilidade a quem planta: safra protegida é oferta garantida, e oferta garantida é preço estável.
Vamos também ampliar a capacidade de armazenamento das safras, hoje insuficiente para o que o país produz. Sem armazém, boa parte da colheita precisa ser escoada de uma vez, e o Brasil passa o resto do ano dependendo de estoque de terceiros, quando não de importação. O resultado chega à sua casa em forma de sobressalto: o preço que dispara na entressafra, o produto
que some da prateleira, a mesma compra que custa uma coisa em um mês e outra bem diferente no seguinte. Com armazenagem, o alimento fica disponível o ano inteiro, e a conta do supermercado deixa de ser uma surpresa a cada visita.
Cada real economizado no frete é um real a menos no preço do arroz, do feijão e da carne. É assim que a produção do campo vira comida acessível na mesa da cidade.
Comida barata também é segurança alimentar: um país que produz o próprio alimento não fica refém do preço lá de fora. Hoje, porém, o Brasil importa a maior parte dos fertilizantes que usa para produzir, e quando o preço dispara no exterior, é a comida que encarece aqui dentro. Vamos apoiar a produção nacional de fertilizantes, com os minerais que o Brasil possui, como o potássio e o fosfato, para que a mesa do brasileiro não dependa do que acontece do outro lado do mundo. Garantir que o Brasil produza o que come é garantir comida na mesa a preço justo.
Crédito que não afunda a família sair da dívida é o primeiro passo para juntar dinheiro
Milhões de famílias brasileiras trabalham o mês inteiro para pagar juros. O salário entra e sai quase todo para cobrir o rotativo do cartão, o cheque especial e o carnê atrasado. Não é falta de esforço: é o custo do dinheiro em um país onde o governo é o maior tomador de empréstimos, o que empurrou o país para a maior taxa de juros básica em 19 anos e, por consequência, pressionou o custo dos empréstimos para as famílias e as empresas.
Ao contrário das vergonhosas declarações dos ministros da Fazenda da atual gestão, os juros altos são consequência da dívida crescente. Juros menores não se decretam: conquistam-se com contas em ordem, e não há conta em ordem quando o governo gasta mais do que arrecada. Já quando as contas se organizam, o resultado aparece: o governo Bolsonaro praticou a menor taxa de juros média desde o início do Plano Real. Dados do Boletim Focus de outubro de 2022, antes da eleição, previam taxa selic cerca de 7 pontos percentuais abaixo do que se praticou em 2025 e 2026.
Ao estabilizar e reduzir a dívida pública, nosso governo vai criar as condições para que os juros básicos fiquem em linha com a média internacional e para que a inflação volte ao centro da meta. É o que permite que o crediário, o financiamento da casa e o capital de giro do pequeno negócio deixem de ser impagáveis.
Vamos também atacar o que empurra a família para a dívida. As apostas online consomem o dinheiro do mês antes mesmo de ele chegar em casa, corroendo a renda da população mais vulnerável. Vamos proibir o uso dos recursos dos programas sociais para apostas, porque dinheiro destinado a pôr comida na mesa não pode escoar para a casa de apostas, e promover campanhas educativas e de conscientização sobre os riscos do endividamento com jogos. E vamos ampliar a orientação financeira, pela rede da CAIXA, para que o brasileiro aprenda a sair do vermelho, organizar o orçamento e começar a poupar.
O objetivo é simples e concreto: que o dinheiro que hoje escapa da família volte para dentro de casa.
Menos imposto no preço, conta de luz mais simples, comida mais estável e juros menores somam uma coisa só: o mesmo salário comprando mais. Para o aposentado, que vive de renda fixa e é o primeiro a sentir a alta de preços, isso é a diferença entre chegar ao fim do mês com o remédio comprado ou ter de escolher entre o remédio e o mercado.
Nada disso é abstração de economista. Poder de compra são as famílias que conseguem comprar o material escolar do filho. São os lares que põem carne no prato na todos os dias, e não só no domingo. É a família que, pela primeira vez em muito tempo, termina o mês com algum dinheiro sobrando — e é dali que começa a casa própria, o negócio próprio e o futuro que este Plano promete.
BRASIL QUE PREPARA
para sua família ter as ferramentas para vencer
Toda família brasileira quer a mesma coisa: que o filho tenha uma vida melhor do que a sua. É o pacto silencioso de todo pai e toda mãe que acordam cedo, trabalham muito e economizam no próprio prato para que o filho estude e vá mais longe.
Preparar uma família para a vida envolve a criança que aprende a ler na idade certa e o jovem que sai da escola sabendo fazer algo que o mercado precisa.
Envolve a mãe que só consegue trabalhar se tiver onde deixar o filho pequeno, e o filho que só cresce na carreira se tiver com quem deixar o pai idoso. Envolve a saúde, porque criança doente não aprende e adulto doente não trabalha. E envolve o esporte, que tira o jovem da rua e ensina o que a sala de aula sozinha não ensina. Tudo isso faz parte do que é necessário para uma família subir na vida pelo próprio esforço.
O Estado brasileiro tem falhado em quase tudo isso: faltou ensino de qualidade, faltou creche para a mãe trabalhar, faltou saúde preventiva e faltou apoio às famílias que cuidam de um idoso. Gastou-se muito e entregou-se pouco, porque faltou compromisso com o resultado e sobrou ideologia.
No governo Bolsonaro, voltamos a colocar a família no centro das políticas públicas e a defender uma escola que ensina, e não que doutrina, respeitando os valores que os pais passam em casa. Vamos retomar esse caminho, garantindo que os bons sistemas e as boas experiências sejam aproveitados por toda rede de ensino. Com isso, iremos muito além.
Ensinar de verdade escola boa é escola onde o aluno aprende
Há anos o Brasil empurra alunos de um ano para o outro sem que eles tenham aprendido. A criança que não é alfabetizada na idade certa vira o adolescente que passa de série sem entender a matéria e o jovem que termina a escola sem saber o suficiente para conseguir um bom emprego. E não é por falta de dinheiro: o país mais do que triplicou o gasto por aluno e continua entre as últimas colocações do mundo. No PISA, principal avaliação internacional de
educação, o Brasil aparece na 65ª posição entre 81 países em matemática.
Faltou método, faltou cobrança e sobrou ideologia.
O começo de tudo é alfabetizar direito. Vamos priorizar o método fônico, que é o de melhor resultado comprovado pela ciência, ensinando a criança a ligar cada som à sua letra, em vez das abordagens que fracassaram por décadas.
E, para o aluno com dificuldade ao longo do ensino fundamental, vamos criar o Programa Acolher: um aluno com bom desempenho é remunerado para dar reforço aos colegas que precisam, de forma remota ou presencial. Todos ganham, quem precisa recebe ajuda de alguém próximo, que fala a sua língua, e quem ajuda ganha uma renda e aprende ainda mais ao ensinar. O objetivo é claro: ninguém avança de série sem ter aprendido.
A escola será cobrada pelo que existe para fazer. A gestão passa a ser baseada em indicadores de resultado e proficiência, e o financiamento seguirá o orçamento por resultados, com repasses vinculados a metas de aprendizagem, sem abandonar regiões que enfrentam maiores dificuldades.
Os professores terão qualificação contínua baseada em evidências científicas, e não em modismos pedagógicos, com formação que os prepare para ensinar bem, e não para militar em sala de aula.
A educação será orientada pelo conhecimento e livre de doutrinação político-partidária, respeitando a liberdade de consciência e o papel das famílias. Escola é lugar de aprender a pensar, não de aprender o que pensar, e quem decide sobre os valores que o filho recebe são os pais. Vamos ampliar as
Escolas Cívico-Militares, que uniram disciplina e bom desempenho onde foram implantadas, e garantir atendimento ao aluno com altas habilidades, que hoje se perde por falta de estímulo: a política nacional que trata do tema é lei mas segue sem implementação, e nós vamos tirá-la do papel.
Vamos ainda levar robótica, computadores, tablets e internet às escolas, e incluir no currículo competências para a economia digital, preparando o jovem para lidar com o próprio dinheiro, empreender e usar as novas tecnologias, entre elas a inteligência artificial.
Apoiamos a escola em tempo integral, para que a criança tenha mais tempo de aprendizado, reforço e atividades formativas, e não fique entregue à própria sorte no contraturno. Manteremos as escolas abertas nas férias com o Escola
nas Férias, oferecendo esporte, arte, música e literatura em vez de deixar a criança ociosa. E onde faltar vaga na rede pública, a família receberá um voucher educacional para matricular o filho em outra escola, porque a prioridade é a criança aprender, não a defesa de um sistema que falhou com ela.
Preparar para o trabalho que existe estudar tem que levar a emprego, não a um diploma sem uso
Há jovem formado sem encontrar emprego e empresa com vaga aberta sem encontrar quem saiba fazer. Essa distância entre o que a escola ensina e o que o mercado precisa custa caro duas vezes: custa ao jovem os anos de estudo que não viram trabalho, e custa ao país o crescimento que ele deixa de ter por falta de gente qualificada.
Há anos, setores organizados resistem a um ensino técnico voltado às necessidades reais do mercado, como se preparar o jovem para trabalhar fosse algo menor. Vamos ampliar a oferta de educação técnica para os alunos do ensino médio, para que o jovem saia da escola já com uma profissão na mão, e não apenas com um diploma. E vamos fazer essa formação técnica em parceria com o setor produtivo, com foco na inovação, de modo que quem forma o profissional converse diretamente com quem vai contratá-lo. Nessa parceria, o setor produtivo poderá custear bolsas de formação técnica, financiando a qualificação dos profissionais de que precisa.
A escola também precisa preparar para a economia que vem chegando.
Vamos tratar a formação como vetor da transformação tecnológica, adequando o que se ensina às profissões do presente e do futuro, e criar a
Política Nacional de Formação de Talentos, para identificar e desenvolver as habilidades que o mercado de trabalho vai exigir. O Brasil não pode formar gente para o passado enquanto o mundo do trabalho corre para a frente.
No ensino superior, vamos transferir a governança para o Ministério da
Ciência, Tecnologia e Inovações, unificando ciência e ensino superior sob o mesmo teto. A CAPES e o CNPq passarão a priorizar o impacto produtivo, a inovação e a transferência de tecnologia, para que a pesquisa feita na universidade chegue à indústria e vire produto, emprego e renda, em vez de ficar na estante. E os cursos de pós-graduação voltados ao mercado, o lato
sensu, vão aproximar empresas e universidades: as instituições de ensino poderão receber recursos em troca da formação dos profissionais de que o país precisa, premiando quem forma para o emprego que existe.
Vamos também aprimorar o financiamento estudantil. O modelo atual afasta o jovem de baixa renda, que desiste da faculdade com medo de terminar o curso afogado em dívida, antes mesmo do primeiro emprego. Em lugar dele, vamos adotar o Empréstimo Contingente à Renda: o estudante só começa a pagar quando estiver empregado e ganhando, o valor da parcela é proporcional ao que ele recebe e o prazo é bem mais longo. Estudar deixa de ser uma aposta arriscada e volta a ser o caminho seguro para subir na vida.
Saúde que cuida antes de a doença chegar prevenir custa pouco; tratar tarde custa caro, e às vezes custa a vida
A saúde é a base de tudo o que este capítulo promete: criança doente não aprende, adulto doente não trabalha, e uma família com um enfermo grave vê o orçamento e os planos ruírem juntos. O Brasil sem Fila já trata de acabar com a espera e digitalizar o atendimento. Aqui, o compromisso é complementar: garantir que o brasileiro chegue ao médico e, mais do que isso, que cuide da saúde antes de adoecer.
Vamos garantir as condições para que seja possível a correção efetiva da tabela SUS. A lei de reajuste já existe, mas, presa ao orçamento, não enfrentou a defasagem que asfixia hospitais, santas casas e clínicas, sobretudo no interior. Vamos assegurar uma remuneração que cubra o custo real do atendimento, para que o dinheiro público seja justo com quem atende e o cidadão tenha atendimento até onde hoje falta. Vamos ampliar a Estratégia
Saúde da Família, levando o cuidado para perto de casa, e criar o Programa de Atendimento aos Idosos, com atendimento facilitado e adequado a quem envelhece, para que o idoso não enfrente o mesmo percurso cansativo de sempre para se cuidar. Vamos ainda ampliar o acesso a exames preventivos e manter a imunização e o incentivo à produção nacional de vacinas, porque prevenir é sempre mais barato e mais humano do que tratar tarde.
Para usar bem o que já existe, vamos contratar serviços e exames na rede privada nos horários ociosos: há aparelho parado enquanto gente espera meses pelo mesmo exame, e aproveitar essa capacidade é atender mais sem
construir do zero. Vamos também fortalecer a Rede Nacional de Hospitais
Inteligentes (EBSERH), modernizando os hospitais universitários federais.
Vamos também levar o atendimento até quem não consegue chegar até ele.
Com a telessaúde e o teleatendimento por aplicativo, médicos de regiões com baixa demanda poderão atender pacientes onde as filas são longas, aproximando o cuidado de quem vive longe de um grande centro. E um sistema de entrega de remédio em domicílio vai garantir que o idoso, a pessoa com deficiência e o doente crônico não precisem escolher entre buscar o tratamento e pagar o transporte.
A tecnologia também ajuda a cuidar antes de a doença se agravar. Com inteligência artificial de apoio à prevenção, o sistema poderá identificar quem corre maior risco de adoecer e chamar essa pessoa para se cuidar a tempo, em vez de esperar que ela chegue ao pronto-socorro quando já é grave. É a diferença entre tratar no começo e tratar quando já não há muito a fazer.
Cuidar de quem a gente ama quem cuida de quem ama não pode ficar sozinho nessa
Cuidar de alguém que depende de você é um dos gestos mais nobres que existem. Mas, quando se está sozinho, esse cuidado sobrecarrega. A mãe do bebê pequeno, a filha do pai com Alzheimer, a família da pessoa com deficiência: todos enfrentam a mesma escolha impossível entre sustentar a casa e cuidar de quem amam. Esse trabalho, que recai quase sempre sobre as mulheres da família, equivale a cerca de 8,5% do PIB brasileiro, uma economia inteira sustentada por quem abre mão do próprio trabalho para cuidar. O Estado não pode assumir esse cuidado no lugar da família, mas pode dividi-lo com ela.
Para as crianças, e também para o apoio às famílias que cuidam de idosos e pessoas com deficiência, o Brasil por Elas já detalha a ampliação de creches, o voucher-creche e a Rede Nacional de Cuidado, com centros-dia e atendimento domiciliar em parceria com estados, municípios e organizações sociais.
O Brasil envelhece depressa, e a família mudou: são lares menores, mais mulheres trabalhando fora, mais idosos vivendo sozinhos e mais doenças crônicas. Cuidar de quem envelhece virou um desafio que a casa nem sempre dá conta. Por isso, para a população idosa, vamos oferecer o programa Casa
Segura para Envelhecer, com subsídio à acessibilidade domiciliar para famílias de menor renda. Desenvolveremos um aplicativo de companhia com alertas de perigo, para que o idoso tenha o amparo da tecnologia e o filho que mora longe tenha tranquilidade. E vamos ampliar as instituições de longa permanência para idosos, para que recebam proteção especial quando o cuidado familiar não for viável ou suficiente.
O mesmo cuidado vale para as pessoas com deficiência e com doenças raras, que enfrentam barreiras todos os dias e muitas vezes contam apenas com a própria família para tudo. Nossas políticas serão transversais, atravessando todas as áreas do governo, voltadas a ações concretas de garantia de direitos, inclusão e integração social, entre elas a implantação de Centros de Referência em Transtorno do Espectro Autista. Promover inclusão não é custo: é investimento com alto retorno social e econômico, porque cada pessoa que ganha autonomia é uma família inteira que ganha qualidade de vida.
A saúde mental é outra face do cuidado, e hoje pesa sobre milhões de famílias, quase sempre em silêncio. Vamos fortalecer e ampliar a atenção à saúde mental, chegando às famílias que muitas vezes enfrentam tudo sozinhas: o diagnóstico precoce e o apoio às crianças com TDAH; a atenção à depressão e à ansiedade; e o cuidado com os idosos que enfrentam o Alzheimer e outras doenças neurológicas, e com quem cuida deles. Não se trata de rótulos nem de burocracia, e sim de garantir que quem precisa de ajuda encontre diagnóstico, tratamento e amparo perto de casa.
Cuidar bem de uma criança, de um idoso ou de uma pessoa com deficiência não é favor: é o que permite que o resto da família trabalhe, estude e viva. Uma sociedade que divide o cuidado é uma sociedade em que ninguém precisa escolher entre a família e o próprio futuro.
Esporte que forma quadra cheia é sala de aula cheia
O esporte é uma das ferramentas mais poderosas que existem para formar um jovem, e uma das mais desperdiçadas pelo poder público. Ele ensina disciplina, resiliência, trabalho em equipe e mérito, tira a criança da rua e do celular, dá saúde ao corpo e à mente e, para alguns, abre a porta de uma profissão. Nós tratamos o esporte como o que ele é: instrumento de liberdade individual, disciplina, superação e oportunidade real, com foco na formação de caráter e na saúde mental do jovem. E, para chegar a mais gente, vamos romper com a dependência do dinheiro público centralizado, ampliando as parcerias com a iniciativa privada, os estados e os municípios.
Vamos criar o Programa Escola de Campeões, com parcerias público- privadas para levar o esporte competitivo às escolas, muito além da aula de educação física: times escolares, treinos no contraturno e competições municipais e estaduais. O programa é também uma arma contra a evasão escolar e a repetência: o aluno que treina, que joga pelo time da escola e que sonha com a próxima competição é o aluno que continua estudando. A quadra puxa a sala de aula.
Vamos fomentar a inclusão de pessoas com deficiência pelo esporte, com detecção de talentos paralímpicos desde a base e mais autonomia para as entidades paralímpicas, tratando o paradesporto como via de reabilitação, inserção profissional e superação.
No alto rendimento, vamos aperfeiçoar as bolsas esportivas e, sobretudo, trazer a iniciativa privada para o patrocínio, em parceria com clubes, faculdades e universidades. Vamos incentivar o uso de tecnologia e ciência de dados por meio de editais para confederações e clubes, e fortalecer a preparação para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos com foco em eficiência e parceria com o setor privado.
O esporte feminino foi criado justamente para dar às mulheres um espaço de competição justo. Vamos protegê-lo. Nos últimos anos, confederações internacionais reviram suas regras ao reconhecer que atletas que não nasceram do sexo feminino mantêm, mesmo após tratamento hormonal, vantagens de envergadura, densidade óssea e musculatura que a mulher não
tem como equiparar. Permitir essa desigualdade é punir justamente a atleta que treina a vida inteira, abre mão da família e se dedica ao alto rendimento.
Vamos assegurar que a categoria feminina, da base ao alto rendimento, seja disputada por atletas do sexo feminino, protegendo a mulher e a lisura da competição de agendas ideológicas.
Cultura que valoriza nossas raízes menos concentração, mais Brasil na cultura
O Brasil tem uma formação única. A miscigenação e a construção de um país de imigrantes e de múltiplas culturas são motivos de orgulho, e é essa memória que celebraremos, com a preservação do nosso patrimônio histórico, dos centros históricos às obras e acervos que contam quem somos, hoje deteriorados por falta de cuidado.
Na Cultura, valorizaremos as tradições brasileiras e aperfeiçoaremos as leis de incentivo, corrigindo distorções e favorecendo o desenvolvimento de outros polos regionais. Com isso, alcançaremos os artistas de grande mérito artístico, porém de pouca projeção, hoje esquecidos pelo modelo atual.
Levaremos a arte para perto do público em todo o país, sem subordiná-la a agendas políticas, nos norteando pela transparência, pela liberdade de expressão e pela distinção entre cultura e entretenimento comercial.
BRASIL QUE PROSPERA
para você conquistar o que é seu
Todo brasileiro quer a mesma coisa: crescer pelo próprio esforço e ter algo que seja seu. A casa própria, o negócio próprio, o carro na garagem, o nome limpo.
Não é caridade que o povo pede, é oportunidade. É poder olhar para trás daqui a dez anos e ver que a vida melhorou porque ele trabalhou por isso.
O papel do Estado não é substituir esse esforço, nem sufocá-lo. É abrir o caminho: garantir que quem começou embaixo tenha por onde subir, que quem quer produzir encontre estrada, energia e crédito, e que a riqueza gerada no país chegue à vida de quem a produz. Prosperar é a etapa em que a jornada do cidadão deixa de ser sobre o que o governo faz por ele e passa a ser sobre o que ele constrói por conta própria.
Da proteção à autonomia o programa social é o começo da caminhada, não o fim
Existe uma mentira que a esquerda repete há vinte anos: a de que só ela cuida dos pobres. Os números dizem o contrário. Em 2020, no auge da maior pandemia em cem anos, a extrema pobreza no Brasil caiu para a menor marca da história — apenas 1,95% da população, graças ao Auxílio Emergencial. Não foi discurso: foi a proteção chegando a quem mais precisava, no pior momento possível. E não paramos aí: criamos o Auxílio Brasil, que triplicou o valor pago às famílias. "Nenhum brasileiro fica para trás" não é uma frase de campanha para nós; é o que já fizemos quando o mundo desabou.
Por isso, o compromisso é claro e vem em primeiro lugar: vamos manter os programas sociais existentes, com aperfeiçoamento da gestão, correção de distorções e combate às fraudes. Quem depende hoje da ajuda do Estado para pôr comida na mesa não vai ter essa ajuda tirada. Ponto.
Mas manter não basta, e é aqui que nos separamos da esquerda. Para eles, o programa social é destino: quanto mais gente dependente, melhor, porque dependência vira voto. Para nós, o programa social é ponto de partida. Ele é a rede que segura a queda e, ao mesmo tempo, o primeiro degrau de uma escada que precisa levar a algum lugar.
Por isso, o beneficiário de programa social terá prioridade em todas as ações do Estado voltadas ao trabalho: prioridade nos programas de primeiro emprego, nas ações de qualificação profissional e na intermediação de mão de obra. Criaremos uma trilha de qualificação e intermediação desenhada especialmente para quem recebe o benefício, para que a saída não seja um salto no escuro, mas um caminho com apoio em cada passo. E garantiremos o retorno imediato e sem fila ao benefício após o seguro-desemprego, mantidas as condições de elegibilidade, para que ninguém tenha medo de tentar um emprego e acabar desamparado se não der certo.
Nosso foco é a superação da armadilha da pobreza, não a sua administração. Toda política deste governo será desenhada com uma pergunta em mente: isso ajuda a pessoa a depender menos do Estado amanhã do que ela depende hoje? Porque o objetivo de um bom governo não é ter mais gente na fila do auxílio. É ter cada vez mais brasileiros que conquistaram a própria autonomia e não precisam mais dele.
Trabalho que compensa emprego com carteira, e o esforço valendo a pena
O trabalhador brasileiro não tem medo de trabalhar. O que ele quer é que o trabalho compense, que a carteira assinada não seja um luxo distante e que valha a pena para a empresa contratar com registro em vez de contratar por fora.
Hoje, o custo de um trabalhador formal chega a cerca de duas vezes o salário que ele leva para casa. Essa diferença é o que faz muita empresa não contratar, ou contratar na informalidade, e o informal é justamente quem fica sem carteira, sem FGTS e sem seguro-desemprego. Vamos reduzir gradualmente o custo do trabalho, sem retirar direitos, para que mais brasileiros tenham carteira assinada e a proteção que vem com ela.
Essa redução vai chegar com força a duas pontas que o mercado de trabalho brasileiro insiste em deixar de fora. Numa está o jovem à procura do primeiro emprego, que ouve de toda empresa a mesma exigência de experiência, sem que ninguém lhe dê a primeira chance de tê-la. Na outra está quem passou dos cinquenta e perdeu o emprego, tem experiência de sobra e mesmo assim não é chamado para as entrevistas. Para o jovem, vamos criar um contrato de
trabalho para os 18 a 24 anos em busca do primeiro emprego, com menor custo na folha, para que a empresa tenha estímulo a dar a primeira oportunidade e o jovem consiga a experiência que hoje lhe é cobrada e negada ao mesmo tempo. Para quem tem mais idade, vamos criar um contrato mais atrativo para a contratação de pessoas com 50 anos ou mais desempregadas há pelo menos 12 meses: quem chega à meia-idade com uma vida inteira de trabalho não pode ser tratado como descartável.
Vamos também dar mais liberdade a quem trabalha, com jornada flexível que caiba na vida de mães, jovens e de quem tem mais dificuldade de entrar no mercado. Por isso defendemos o negociado sobre o legislado, ou seja, permitir que trabalhador e empresa combinem diretamente as condições de trabalho que funcionam para os dois, dentro da lei, em vez de seguir uma regra única imposta a todos. Quando as duas partes negociam pensando em ganhos mútuos, cresce a qualidade do emprego, crescem as empresas e crescem as oportunidades.
Por fim, ninguém encontra emprego se não souber onde ele está. Por isso vamos modernizar a intermediação de mão de obra, com um banco nacional de vagas conectado ao RH das empresas, para aproximar de forma rápida e direta quem procura trabalho de quem procura trabalhador, no lugar do sistema lento e desconectado de hoje.
O trabalhador em primeiro lugar, não o sindicato proteger quem trabalha, não quem vive da estrutura sindical
O país precisa se posicionar contra a República Sindical, em que os interesses de dirigentes das entidades se sobrepõem ao interesse dos trabalhadores. É público e notório que, após a modernização trabalhista de
2017, tais agentes se mobilizaram para reverter as perdas advindas do fim do imposto sindical.
O princípio da unicidade sindical garante monopólios a esses representantes.
Por conta disso, se organizam para reproduzir seus espaços de poder, vilanizando todas as propostas que de fato colocam o trabalhador em primeiro lugar.
É o que aconteceu nos últimos três anos, no debate a respeito do trabalho por aplicativos. O governo enviou proposta que não avançou no Congresso, justamente por colocar à frente do processo o interesse de sindicalistas.
Da mesma maneira, insistem em projetos em que os sindicatos de servidores públicos são colocados à frente de associações mais representativas, tradicionais e, muitas vezes, as únicas existentes no interesse dos servidores.
Nessas proposições, o governo tem a audácia de propor que os sindicalistas sejam parte da formulação de políticas públicas, mesmo não tendo sido eleitos para tanto.
É mais do mesmo: insegurança jurídica e retrocesso. Situações que se repetem na discussão de jornada – onde o governo deseja ignorar a prevalência do negociado sobre o legislado – ou na discussão de situações já pacificadas pela reforma trabalhista, aprovada há quase dez anos.
Nosso projeto garante a manutenção das oportunidades de renda e de trabalho trazidas pelo trabalho por aplicativos. Nada pode estar à frente dos interesses de quem trabalha, dos usuários e da efetiva proteção social e previdenciária a eles assegurada. Esses trabalhadores serão protegidos, sem os interesses de dirigentes sindicais a frente do processo.
Negócio próprio quem emprega a si mesmo tira o país das costas do Estado
Milhões de brasileiros não querem emprego: querem o próprio negócio. São eles que geram a maior parte das vagas de trabalho no país, e é a eles que o
Estado mais atrapalha, com burocracia, imposto e falta de crédito. E muitos desses são jovens, que preferem empregar a si mesmos a esperar pela primeira vaga.
Para quem está começando, vamos criar o Minha Primeira Empresa: menos burocracia para abrir e formalizar o negócio, capacitação e orientação pelo
Sistema S, para que o empreendedor aprenda a gerir o que criou, e uma esteira de crédito e serviços da CAIXA ao seu alcance, que o acompanhe do primeiro balcão ao primeiro faturamento.
Vamos apoiar o pequeno negócio com crédito para empreender e orientação, pela rede da CAIXA, e apoiar a internacionalização de pequenas
e médias empresas via BNDES e Apex-Brasil, para que o produto brasileiro chegue mais longe. Somado à redução de tributos sobre a produção que este plano defende e ao Brasil sem Fila, que corta a burocracia de abrir e tocar uma empresa, o recado é um só: quem quer empreender vai encontrar no Estado um parceiro, não um obstáculo.
A CAIXA como Banco da Prosperidade a mão que ajuda o brasileiro a subir de vida
O crédito para empreender, o financiamento da casa, a orientação para sair das dívidas não chegam ao cidadão sozinhos. Precisa de quem leve. E o Brasil tem, para isso, um ativo que poucos países têm: a CAIXA, uma das maiores redes de atendimento do mundo, presente em quase todos os municípios, com a confiança histórica da população. Não vamos criar estrutura nova:
vamos dar uma nova missão à que já existe e já é do brasileiro.
A CAIXA deixará de ser apenas a operadora de benefícios para se tornar o
Banco da Prosperidade. Assim como os bancos privados ajudam seus clientes a construir patrimônio e realizar projetos, a CAIXA vai ajudar milhões de brasileiros a conquistar o primeiro patrimônio da vida e a autonomia financeira. Numa plataforma física e digital integrada, o cidadão encontrará num lugar só o crédito, a orientação financeira, o apoio ao empreendedorismo, a habitação e a regularização da casa, com inteligência artificial que identifica as oportunidades certas para o momento de vida de cada um, em vez de deixar o cidadão adivinhar a que tem direito.
A grande inovação será o Ganha-Ganha, um programa em que o Estado reconhece quem faz a sua parte. De adesão voluntária, ele permite que atitudes como concluir um curso de qualificação, formalizar um negócio, conseguir um emprego ou manter as contas em dia formem um histórico positivo que trabalha a favor do cidadão: acesso a crédito, juros menores e cashback para quem hoje é invisível ao sistema financeiro. Os dados são do cidadão e ficam a serviço dele, não do Estado. Quem sempre fez a coisa certa, mas nunca teve como provar, passa a ter como.
É assim que o esforço de cada um vira prosperidade de verdade: com uma instituição que não apenas paga benefício, mas abre caminho.
A casa própria a chave da casa é o começo do patrimônio de uma família
Ter a casa própria é o maior sonho da família brasileira, e o primeiro patrimônio que passa de uma geração para a outra. Quem paga aluguel a vida inteira nunca constrói nada seu; quem conquista a casa própria tem onde morar e tem um bem que garante o futuro.
Vamos retomar o Casa Verde e Amarela, com meta de 2,5 milhões de residências e a menor taxa de juros possível no financiamento. Alinhado ao
Brasil sem Medo, vamos retomar as áreas hoje sob domínio de facções, devolvendo aos moradores a liberdade de ir e vir na própria comunidade — ninguém é dono de verdade da sua casa enquanto o tráfico manda na esquina.
Vamos promover a urbanização de áreas degradadas, evitando o risco de deslizamentos em encostas, e incentivar a regularização fundiária, priorizando as áreas urbanas já consolidadas e reduzindo os vazios urbanos, com parcerias público-privadas que integrem moradia e infraestrutura no mesmo contrato. Assim, a família que já mora há anos no mesmo lugar tem a escritura no próprio nome — de preferência, no nome da mulher, como prevê o Brasil por Elas. Sem esse documento, a casa não serve de garantia nem pode ser herdada com segurança; com ele, vira patrimônio de verdade.
Moradia digna tem água e esgoto. O maior avanço do país nessa área tem nome e sobrenome: foi o Marco Legal do Saneamento, sancionado pelo governo Bolsonaro em 2020, que abriu o setor ao investimento privado e fixou a meta de levar água e esgoto a praticamente toda a população até 2033.
Foi também uma das maiores agendas ambientais da nossa história — porque esgoto tratado é rio limpo, é praia sem contaminação, é criança que não adoece. O governo do PT tentou desarticulá-lo por decreto; nós vamos garantir sua plena aplicação e acelerar as concessões e parcerias para universalizar o acesso à água tratada e ao esgoto, com atenção especial ao saneamento rural. Água encanada e esgoto tratado são a forma mais barata de evitar doença que existe.
A esse esforço somamos um compromisso social direto: nenhuma escola sem água até 2030, e a meta do Programa Lixão Zero, acabando com os lixões a
céu aberto. Não é obra que aparece em foto de inauguração, mas é a que mais adoece ou protege uma criança.
BRASIL QUE CRESCE
o país que dá condições a quem quer trabalhar e produzir
Os capítulos anteriores trataram da vida de cada família, e do que muda nela desde o primeiro dia, sem depender de esperar por nada. Este capítulo trata de outra coisa: do país que cresce por baixo dessa vida e faz cada conquista ir mais longe. A internet é infraestrutura tão essencial quanto a estrada e a energia, e a conexão que dá acesso a tudo já vem tratada no Brasil sem Fila. A casa própria já vem no Brasil que Prospera; mas é a infraestrutura deste capítulo que faz chegar a esse bairro a estrada, o transporte e o emprego ao redor. O preço no mercado já cai no Brasil Mais Barato; mas é a energia e a logística baratas que sustentam essa queda no tempo. O brasileiro não precisa esperar o país crescer para viver melhor. Mas, quando o país cresce, o que ele conquistou vale mais, dura mais e alcança mais gente.
Vamos fazer o Brasil crescer, e esse é um compromisso central do nosso governo. O país cresceu, em média, 2% ao ano nas últimas duas décadas, menos do que o mundo. Nossa meta é dobrar esse ritmo e alcançar um crescimento sustentado de 4% ao ano ao longo da próxima década, apoiado no investimento privado, na segurança jurídica e na competitividade do agro, da indústria e dos serviços. Não é promessa vazia: é o resultado de escolhas concretas, e é delas que trata este capítulo. O papel do Estado aqui não é ser o empresário, é ser o país que funciona, para que quem produz possa produzir e para que o esforço de cada um renda ainda mais.
Segurança jurídica: a regra do início é a regra do fim quem investe precisa confiar que o combinado será cumprido
Nenhum país atrai investimento se muda as regras no meio do jogo, e o Brasil ganhou fama de fazer exatamente isso: o investidor entra sob uma regra, executa sob outra e termina discutindo uma terceira no Judiciário. Parte essencial de mudar essa lógica é um licenciamento ambiental ágil, moderno e com segurança jurídica: grandes obras, usinas, minas e projetos industriais vivem parados anos à espera de uma licença, e cada mês de atraso é investimento que foge e emprego que não vem. Vamos assegurar regras claras, prazos definidos e critérios técnicos, com a certeza de que agilidade e responsabilidade ambiental caminham juntas. O prazo tem que valer para os
dois lados. Quando o empreendedor cumpre a lei e apresenta tudo o que a norma exige, o órgão responsável deve ter um prazo definido para concluir a análise. Se não decidir nem se manifestar dentro desse prazo, a licença deve ser concedida, porque a demora do Estado não pode ser um castigo para quem fez a sua parte. A responsabilidade de analisar continua sendo do poder público, mas a inércia deixa de ser uma forma de travar quem quer investir e gerar emprego.
Vamos também garantir que a regra combinada no início seja a regra do fim. Para os grandes projetos de longa maturação, criaremos mecanismos de estabilidade das regras de até 20 anos, para que o contrato não seja mudado depois que a obra já estiver de pé. E quando o empreendedor age de boa-fé e obtém regularmente a sua licença, o Estado deve responder pelos prejuízos se voltar atrás sem que o empreendedor tenha dado causa, em vez de jogar a conta sobre quem confiou na palavra que recebeu. Um país que honra o combinado atrai o investimento e o emprego que vêm com ele, da logística à energia, da mineração ao agro.
Essa mesma clareza de regras vale para quem vive nas terras tradicionais. Será conferida autonomia aos povos indígenas e quilombolas para decidir sobre atividades produtivas em suas terras, com respeito ao desenvolvimento sustentável e às regras ambientais, e com indenização de eventuais restrições ao usufruto e mecanismos de compensação, para que quem vive na terra possa dela tirar o próprio sustento.
Logística e transporte a obra que escoa a safra, baixa o preço e gera emprego
O Brasil perde uma fortuna no caminho entre quem produz e quem consome.
Nossa estratégia de infraestrutura se apoia na iniciativa privada: o Estado garante segurança jurídica, regras tarifárias estáveis e previsíveis e respeito à lógica das decisões econômicas privadas, sem intervenções que distorçam os incentivos de mercado, e é sobre essa base que o investimento privado assume a construção e a operação. Vamos modernizar os marcos regulatórios e adotar um novo modelo de financiamento para toda a infraestrutura, com fundo lastreado na securitização de ativos e imóveis da
União, uso intensivo de PPPs e concessões e financiamentos do BNDES
exclusivamente para obras em território brasileiro. Com a consolidação fiscal e a queda da taxa de juros, hoje no maior patamar em 19 anos, o investimento alcançará novo patamar.
Vamos investir R$ 900 bilhões em quatro anos em rodovias, hidrovias, portos, aeroportos e ferrovias. Criaremos os Corredores Logísticos Inteligentes de integração nacional, com foco em reduzir o custo da logística, hoje em 15,5% do PIB, muito acima dos 8,8% dos Estados Unidos, desenvolvendo os corredores de escoamento do Centro-Oeste até os portos. No transporte ferroviário, vamos destravar a Ferrogrão; adotar o trem de cargas que ligará
Mato Grosso, o oeste do Paraná e Santa Catarina; implantar o Trem do
Nordeste, uma malha de passageiros ligando capitais da região, para aproximar cidades, movimentar o turismo e integrar o Nordeste; e concluir a
Transnordestina e ampliar o seu escopo para que a Paraíba e o Rio Grande do Norte sejam contemplados.
Vamos trabalhar para destravar, sempre com responsabilidade ambiental, os projetos de infraestrutura fluvial que escoam a produção do país, como a
Hidrovia do Tapajós, com planejamento e diálogo prévio com as comunidades locais, cumprindo a lei e levando sempre em consideração o interesse maior da sociedade.
Mobilidade urbana menos tempo no trânsito, mais tempo em casa
Milhões de brasileiros perdem, todo dia, horas dentro de um ônibus lotado para ir e voltar do trabalho. É tempo roubado da família, do descanso e do estudo. Vamos pensar o desenvolvimento das cidades para reduzir o deslocamento da população, com o transporte coletivo como base da mobilidade e parcerias que diminuam o tempo de viagem do trabalhador, valorizando os contratos que conciliam moradia e infraestrutura no mesmo projeto. Os bancos públicos priorizarão o financiamento de linhas de metrô, transporte sobre trilhos e ônibus movidos a eletricidade e biocombustíveis.
Menos tempo no trânsito é mais tempo em casa, e uma cidade que se atravessa rápido é uma cidade que trabalha melhor e polui menos.
Segurança hídrica água que chega, e enchente que não destrói
Para milhões de brasileiros, sobretudo no Nordeste, a água ainda é uma incerteza diária, e a cada temporada de chuva outras tantas famílias perdem tudo em enchentes e deslizamentos. Nós já mostramos que sabemos resolver isso. O Eixo Norte da Transposição do Rio São Francisco, foi concluído no governo Bolsonaro, e as águas do Velho Chico finalmente chegaram ao
Ceará, à Paraíba e ao Rio Grande do Norte, levando segurança hídrica a milhões de nordestinos.
Vamos retomar essa mesma eficiência para tocar as próximas obras. Iremos concluir, iniciar, executar estruturas como o Ramal do Apodi, o Ramal do
Salgado, a Adutora do Seridó, o Canal do Xingó, o Ramal do Piancó, os
Canais do Sertão Baiano, Piauiense e Alagoano, o CAC e a duplicação do
Eixão das Águas do Ceará, sem o abandono de obras que marcou gestões anteriores. E vamos ampliar a infraestrutura de prevenção a eventos climáticos extremos, com barragens de usos múltiplos, reservatórios de controle de cheias, diques, canais e obras de drenagem e macrodrenagem, além do fortalecimento do monitoramento, alerta e resposta da Defesa Civil.
Água que chega com segurança à torneira e à lavoura, e cidades protegidas da seca e da enchente.
Energia energia abundante e barata é conta de luz menor e indústria de portas abertas
Nosso objetivo é a segurança energética total ao menor preço possível para o consumidor. O Programa Nacional de Segurança Energética deverá ter foco em refino, processamento, escoamento e transporte de combustíveis e gás, permitir a exploração do gás não convencional (fracking) com responsabilidade ambiental e cumprindo a lei, e expandir e modernizar a rede de transmissão, integrando novas fontes renováveis e reduzindo congestionamentos.
E vamos transformar em energia e emprego a nossa riqueza de petróleo e gás.
Foi o governo Bolsonaro que sancionou a Nova Lei do Gás, em 2021, quebrando o monopólio, abrindo o setor à concorrência e criando as condições para o preço do gás cair. Vamos dar continuidade a esse caminho,
destravando os investimentos em infraestrutura que o país precisa: o Brasil produz cada vez mais gás no pré-sal, mas desperdiça parte dele por falta de escoamento, enquanto importa gás caro do exterior. Vamos apoiar a expansão da rede de escoamento e transporte de gás conforme a demanda, com segurança jurídica e regras estáveis que atraiam o investimento privado, para integrar à malha os estados hoje desconectados e baratear a energia da indústria e da família. Com o mesmo princípio, vamos estimular a modernização do refino rumo ao aproveitamento do petróleo nacional, incentivar o escoamento de combustível ao Centro-Oeste por modais mais baratos que o caminhão, e favorecer a produção nacional de fertilizantes a partir do gás, para reduzir a dependência externa que fragiliza o agronegócio e a nossa segurança alimentar.
Na energia elétrica, vamos simplificar a conta de luz, racionalizando encargos e subsídios cruzados, e promover a redução gradual da CDE e das fontes incentivadas, mantida a tarifa social. A mesma redução de impostos sobre energia e combustíveis que alivia o orçamento das famílias, detalhada no
Brasil Mais Barato, torna o país competitivo para atrair data centers e inteligência artificial, que se instalam onde a energia é barata e confiável.
Vamos regular as diversas fontes buscando o menor preço ao consumidor final, implantar um programa de armazenamento de energia, com baterias de grande porte e outras tecnologias, e transformar o país em polo global de data centers sustentáveis, aproveitando a matriz elétrica renovável.
E vamos transformar o Brasil em potência de biocombustíveis: etanol, biodiesel, HVO, SAF e biogás, fomentando a aplicação da Lei do Combustível do Futuro e oferecendo linhas especiais de financiamento para empresas de biogás, que transformam resíduos em energia. Vamos fortalecer e ampliar o Programa Renovabio para o exterior, permitindo que o Brasil venda créditos de carbono ao mundo. Energia barata é conta de luz menor no fim do mês e fábrica que gera emprego em vez de fechar as portas.
Agronegócio e Campo o que alimenta o Brasil e o mundo, e sustenta o emprego da lavoura à cidade
O agro brasileiro é a garantia da nossa segurança alimentar: é ele que alimenta o país e boa parte do mundo. Para seguir cumprindo esse papel, precisa de
previsibilidade para produzir. Vamos ampliar o Seguro Rural e trazer ferramentas de securitização e reorganização das dívidas do setor, dando ao produtor o horizonte de mais de um ano que ele precisa para planejar. Vamos ampliar a capacidade de armazenamento das safras, para garantir melhores preços ao produtor e oferta contínua à população, e buscar soluções diplomáticas eficazes contra sanções dos Estados Unidos, da China e da
Europa aos produtos nacionais.
Segurança alimentar também é não depender do exterior para produzir. O
Brasil importa a maior parte dos fertilizantes que usa, e essa dependência fragiliza o produtor e pressiona o preço da comida. Vamos apoiar a produção nacional de fertilizantes, aproveitando as reservas de minerais que o país possui, como o potássio e o fosfato, para que o campo brasileiro produza com mais autonomia e a mesa do brasileiro fique mais protegida.
A terra também precisa ter dono claro, e nós já provamos que sabemos entregar isso. No governo Bolsonaro, foram emitidos mais de 450 mil documentos de titulação de imóveis rurais, mais do que nos dez anos anteriores somados. Vamos retomar esse ritmo e promover ampla regularização e titulação do pequeno proprietário rural, para que quem trabalha a terra tenha o documento que prova que ela é sua, possa acessar crédito e investir com segurança. E traremos segurança jurídica sólida, irreversível e sem margem para relativizações do direito de propriedade, porque ninguém planta e investe no que teme perder.
O campo também precisa de gente para trabalhar. Em muitas regiões, falta mão de obra para a lavoura, sobretudo nos períodos de colheita, enquanto milhões de brasileiros procuram uma oportunidade de trabalho e renda.
Vamos aproximar as duas pontas, com qualificação e intermediação que liguem quem busca trabalho a quem precisa de trabalhador no campo. E vamos dar segurança a quem depende de um programa social para aceitar esse trabalho sem medo: quem consegue um emprego, ainda que temporário, poderá voltar ao benefício se precisar, como detalha o Brasil que
Prospera. Assim, o trabalho no campo deixa de ser um risco para a família e passa a ser um caminho de renda e dignidade.
Na irrigação, vamos ampliar significativamente a área irrigada do país, que hoje aproveita apenas uma fração do seu enorme potencial, simplificar as
outorgas, cujo prazo médio hoje é de 24 meses, desenvolver polos de irrigação no Matopiba e no semiárido nordestino e expandir a água de reuso para os períodos de estiagem.
Vamos também transformar o campo em fonte de energia limpa. Vamos implementar as metas do combustível sustentável de aviação previstas em lei a partir de 2027, com coordenação permanente entre os ministérios da Agricultura e de Minas e Energia, e articular o Plano Safra com incentivos à produção de biomassa.
Vamos consolidar o Cadastro Ambiental Rural e ampliar o pagamento por serviços ambientais para conservação e restauração, de modo que o produtor que preserva a vegetação nativa e recupera áreas degradadas seja reconhecido como parceiro da conservação, e não como suspeito.
Minerais críticos a riqueza do subsolo virando emprego qualificado aqui dentro
Os data centers e a transição energética funcionam sobre minerais que poucos países têm, e o Brasil é um deles. Temos lítio, nióbio, grafite, cobre, níquel, urânio e terras-raras, insumos essenciais para semicondutores, baterias, turbinas eólicas, veículos elétricos, defesa e inteligência artificial. E temos algo que quase ninguém tem junto: o mineral e a energia limpa e competitiva para transformá-lo aqui dentro. Em vez de somente exportar a pedra bruta e comprar de volta o produto acabado, vamos agregar valor no
Brasil, conectando nossa riqueza mineral, nossa energia e a demanda dos data centers e das novas tecnologias numa estratégia única. O Estado atuará como regulador e coordenador, não como empresário, apoiado em seis pilares: marco regulatório claro e estável, licenciamento ágil e técnico, atração de capital e tecnologia, verticalização com incentivos de mercado, governança e transparência. Vamos trabalhar para atrair o capital estrangeiro e a tecnologia que já existem no mundo, aplicando aqui o que outros países já dominam e transferindo esse conhecimento ao Brasil. Para termos sucesso nesse desafio, vamos tratar o investimento na mineração com o mesmo respeito e atenção com que trataremos o investimento na indústria de transformação. Estabeleceremos parcerias internacionais com todos os
países que queiram a cooperação do Brasil, sem preconceitos ou ranços ideológicos.
Vamos equacionar as garantias de crédito ao financiamento dos projetos e acelerar o licenciamento e o processo de direitos minerários. Assim o país deixa de apenas extrair e exportar matéria bruta e passa a agregar valor aqui dentro, o que significa emprego qualificado e renda que fica no Brasil. Vamos ajudar o mundo a fazer a transição energética.
Tecnologia e inovação a inovação que faz o pequeno vender mais e o jovem trabalhar sem sair do país
Daremos alta prioridade à pesquisa e ao desenvolvimento, que são a base da inovação. A tecnologia terá, ao mesmo tempo, duas funções: modernizar o
Estado e ser motor de produtividade da economia. A primeira já foi tratada no Brasil sem Fila, com o Estado Digital que coloca todos os serviços públicos na palma da mão do cidadão. A segunda é a deste capítulo: usar a tecnologia para fazer a economia brasileira produzir mais e melhor.
A tecnologia não é assunto de elite: é o que multiplica o valor do trabalho de todos. A Estratégia Nacional de Inteligência Artificial vai difundir a IA para as micro, pequenas e médias empresas em larga escala, com prioridade para indústria, agronegócio, saúde e logística.
Mais do que usar a inteligência artificial, o Brasil tem tudo para produzi-la.
Podemos reunir o que poucos países têm ao mesmo tempo: energia limpa e barata para alimentar os data centers, os minerais críticos que são a matéria- prima da tecnologia, e o talento de um povo criativo, que este Plano se compromete a formar. Não seremos apenas consumidores de tecnologia:
seremos também seus desenvolvedores e produtores. Esses elementos, hoje tratados como peças soltas, formam uma única estratégia nacional para tornar o Brasil protagonista da economia do século 21.
Para isso, o Estado atuará como indutor, pelas compras públicas, pelo GovTech e pelo investimento em pesquisa, e vamos elevar a participação brasileira nas patentes de inteligência artificial. Proporemos uma legislação voltada à liberdade de criar e inovar, inspirada nas melhores práticas internacionais, para que a tecnologia seja desenvolvida aqui sem entraves, em vez de
sufocada por regras que afugentam o investimento. E vamos construir o ambiente onde a inovação nasce: fortalecer os parques tecnológicos, expandir as incubadoras, apoiar as startups de base tecnológica e aproximar universidades e empresas, com a gestão das universidades integrada à ciência e à tecnologia. É assim que o jovem encontra trabalho qualificado sem precisar deixar o país.
Toda essa transformação digital exige uma contrapartida inegociável:
proteger quem está do outro lado da tela. Os dados do cidadão são dele, não do governo, e serão tratados com privacidade e segurança. Vamos fortalecer a defesa cibernética do país, protegendo serviços públicos, infraestrutura crítica e cidadãos contra ataques e fraudes, e garantir que a inteligência artificial seja usada a serviço das pessoas, não contra elas.
Meio ambiente: o ativo verde do Brasil preservar e produzir ao mesmo tempo
O Brasil tem a maior floresta tropical e uma das matrizes de energia mais limpas do planeta. Isso é um patrimônio que temos o dever de preservar para os nossos filhos e, ao mesmo tempo, uma vantagem que quase nenhum país tem. Tratamos o meio ambiente como um ativo estratégico, não como um obstáculo ao desenvolvimento: quem cuida da floresta em pé e dos rios limpos protege a natureza e gera renda ao fazê-lo. E rio limpo também depende de esgoto tratado: uma das maiores agendas ambientais da nossa história foi o Marco Legal do Saneamento, aprovado no governo Bolsonaro, cuja universalização vamos levar adiante, como já detalhado no Brasil que
Prospera.
E vamos consolidar o mercado regulado de carbono com segurança jurídica, posicionando o Brasil como fornecedor global de ativos ambientais, e impulsionar a bioeconomia, com biotecnologia, fármacos, cosméticos e novos materiais a partir da biodiversidade.
Preservar deve gerar oportunidade. Vamos criar mecanismos de incentivo econômico à preservação, ampliando o pagamento por serviços ambientais e desenvolvendo instrumentos capazes de remunerar produtores, comunidades e proprietários rurais que conservam a vegetação nativa, recuperam áreas degradadas e protegem os recursos hídricos. O
produtor que preserva e cumpre a legislação ambiental deve ser reconhecido como parceiro da conservação, não como suspeito. Garantiremos o uso responsável e sustentável dos recursos naturais, com segurança jurídica e respeito às peculiaridades de cada região, e faremos da tecnologia, da assistência técnica, da capacitação e do crédito os instrumentos que transformam conservação em desenvolvimento e renda. Preservar tem que compensar para quem preserva.
Proteção dos biomas e combate ao crime ambiental. O Brasil protegerá todos os seus biomas, respeitando as diferenças ambientais, sociais e econômicas de cada um. Teremos a meta de zerar o desmatamento ilegal até 2029, retomando e levando até o fim o compromisso que já assumimos no Governo Bolsonaro perante o mundo, e combateremos as queimadas ilegais, fortalecendo a prevenção, o monitoramento, a fiscalização e o combate aos crimes ambientais, com ferramentas aperfeiçoadas por inteligência artificial, bancos de dados em tempo real, imagens de satélite e ação coordenada das agências do Estado. Vamos integrar e aprimorar os sistemas e bases de dados já existentes, utilizando informações fundiárias e ambientais e monitoramento por satélite para tornar a fiscalização mais eficiente e direcionada. O foco será identificar e combater a grilagem de terras, a ocupação ilegal de áreas públicas e os responsáveis pelo desmatamento ilegal, sem criar novas obrigações ou custos desnecessários para o produtor rural que atua dentro da lei. Quem produz respeitando a legislação deve ser tratado como parceiro na proteção ambiental, e não submetido à presunção de irregularidade. Combater o crime ambiental é separar com clareza quem produz legalmente de quem se apropria do patrimônio público e destrói o meio ambiente para lucrar.
Amazônia: soberania e oportunidade. A Amazônia ocupa posição estratégica para o Brasil e para o mundo, mas pertence, antes de tudo, aos brasileiros.
Sua proteção será conduzida com soberania, presença do Estado e oportunidade para quem vive na região. Vamos fortalecer a fiscalização ambiental, com prioridade para as áreas de maior pressão de desmatamento e queimadas, usando inteligência, satélite e atuação coordenada dos órgãos federais para identificar as áreas críticas com mais rapidez. Vamos ampliar a cooperação com os países vizinhos contra os crimes ambientais transfronteiriços e reforçar o combate às organizações criminosas envolvidas
em desmatamento, extração ilegal de madeira, garimpo ilegal e ocupação irregular de terras públicas.
O rigor da fiscalização será dirigido a quem comanda o crime organizado, não a quem vive na floresta. O morador da Amazônia, o ribeirinho, o pequeno produtor, o extrativista, não será tratado como criminoso por tirar da terra o seu sustento. A ele, o Estado deve orientação e apoio para o bom uso e preservação dos recursos naturais, e não a perseguição que hoje pesa sobre quem menos tem. Vamos acabar com a política que criminaliza o morador da floresta, substituindo a punição cega por um caminho de orientação, regularização e oportunidade.
E, ao mesmo tempo, vamos ampliar as alternativas de renda a partir da floresta preservada, apoiando cadeias produtivas sustentáveis, manejo responsável, bioeconomia e agregação de valor aos produtos da biodiversidade. Preservar a Amazônia exige combater o crime, mas exige também dar à sua população um caminho real de desenvolvimento e de vida melhor.
Para que isso funcione, o Estado precisa ser ágil e integrado. Vamos eliminar superposições entre Ibama, Funai e ICMBio, dando eficiência à fiscalização, e exigir transparência de financiadores e de projetos das ONGs que recebem recursos internacionais e judicializam ações contra a União, porque onde há dinheiro estrangeiro movendo decisões sobre o território brasileiro há riscos ao interesse nacional, sobre os quais o cidadão brasileiro deve estar informado.
Turismo: uma vocação que rende o que o Brasil tem de sobra e aproveita de menos
O Brasil tem no turismo uma vocação natural e uma de suas maiores riquezas:
praias, florestas, patrimônio histórico e cultural, festas e belezas que o mundo inteiro quer conhecer. Mesmo assim, aproveitamos apenas uma fração desse potencial. Toda a infraestrutura que este plano já prevê, dos aeroportos e rodovias às ferrovias, como o Trem do Nordeste, trabalha a favor do turismo:
são as vias que levam o visitante mais longe, com mais facilidade e menor custo. Vamos somar a isso a promoção do destino Brasil e a valorização das
vocações de cada região, para que o turismo gere renda e emprego, sobretudo nas cidades do interior e nas regiões que mais precisam de oportunidade.
Mas nada disso se sustenta sem segurança. Um país que quer receber o turista, brasileiro e estrangeiro, precisa ser um país seguro, porque ninguém visita, investe ou volta a um lugar onde não se sente protegido. Por isso as ações do Brasil sem Medo, prioridade deste plano, são também a base para o turismo florescer: segurança e turismo caminham juntos.
Desenvolvimento regional: reduzir a distância entre as regiões não deixar nenhuma região para trás
O Brasil só será plenamente desenvolvido quando reduzir a distância entre as suas regiões, e isso exige um esforço especial onde a desigualdade é maior: o
Norte e o Nordeste. Não por assistência, mas por desenvolvimento, dando a essas regiões as condições de transformar a sua vocação em riqueza, emprego e futuro.
O Nordeste é uma região de gente trabalhadora e de enorme potencial. Por tempo demais foi tratado como problema, quando sempre foi solução. A prioridade é a água. Foi o governo Bolsonaro que fez as águas do São
Francisco chegarem ao sertão, concluindo o Eixo Norte da Transposição, e vamos priorizar as obras hídricas que faltam para levar água a mais regiões do
Nordeste. Mas fazer a água chegar é só o começo: vamos transformá-la em produção. Foi também no governo Bolsonaro que estruturamos e colocamos para produzir o Baixio do Irecê, o maior perímetro de irrigação da América
Latina, que já transforma água e terra fértil em fruticultura, grãos, emprego e renda no campo, e vamos concluir sua expansão para multiplicar essa riqueza pelo sertão. Vamos viabilizar o Trem do Nordeste, 1.400 km de trilhos interligando Salvador, Aracaju, Maceió, Recife, João Pessoa, Natal e Fortaleza, abrindo um roteiro entre praias, cidades históricas e polos culturais para movimentar o turismo, a produção e a vida de quem vive ali. E porque não basta produzir, é preciso escoar, concluir a Transnordestina e ampliar o seu escopo para que a Paraíba e o Rio Grande do Norte sejam contemplados.
O Nordeste não é só o passado que resistiu, é o futuro que começa. Tem sol e vento de sobra para ser a capital da energia limpa do país, e é essa energia farta e competitiva que vai atrair os data centers e a nova indústria de
tecnologia. Tem as terras raras, matéria-prima sem a qual não existe a economia do século 21. O Nordeste tem tudo para oferecer ao nordestino a chance de prosperar na sua própria terra, atraindo investimento, talento e oportunidade.
O Norte guarda o maior patrimônio natural do país, e seu futuro está em transformar a floresta preservada em riqueza. A bioeconomia é o caminho:
gerar renda a partir da floresta em pé, com biotecnologia, fármacos, cosméticos e novos materiais a partir da biodiversidade, o manejo sustentável e a agregação de valor ao que a Amazônia produz, em vez de derrubá-la. Esse desenvolvimento respeita quem vive na região: os povos indígenas e as comunidades quilombolas terão autonomia para decidir sobre as atividades produtivas em suas terras, e o morador da floresta, o ribeirinho e o extrativista serão tratados como parceiros do desenvolvimento, não como obstáculo. A proteção da Amazônia contra o crime e a presença soberana do Estado, são detalhados no bloco sobre meio ambiente. Desenvolver o Norte é provar que preservar e prosperar podem caminhar juntos.
Soberania com profissionalismo, não com ideologia soberania se exerce na prática, não no discurso
Soberania é a capacidade de uma nação governar a si própria, fazer suas leis e cuidar do seu território. Ela se exerce na prática, com ações concretas, e não repetindo a palavra "soberania" a todo momento. Nos últimos anos, a política externa brasileira trocou o interesse nacional pela ideologia, protegendo regimes propensos ao terror e seus criminosos.
E a soberania não começa longe, começa dentro de casa. De nada adianta um país erguer a voz contra inimigos distantes se não protege o próprio cidadão na esquina de casa, do assaltante, do traficante, do medo que tira a liberdade de andar na rua. O brasileiro quer viver em paz no seu bairro e na sua cidade, e garanti-la é a prioridade do Brasil sem Medo. Um país só se faz respeitar no mundo quando protege primeiro os seus, e quem não garante a segurança aqui dentro não tem autoridade para falar em soberania lá fora.
O governo recebeu com honras o ditador venezuelano Nicolás Maduro, fraudador do processo eleitoral e preso por narcotráfico e narcoterrorismo.
Lula autorizou a atracação de navios de guerra iranianos em portos brasileiros,
apesar da posição contrária de parceiros históricos, e no ano seguinte, enviou o vice-presidente da República à posse de líder do regime iraniano, marcada pela ausência de lideranças democráticas do Ocidente. Na bagagem, o governo brasileiro trouxe uma emblemática foto ao lado de lideranças terroristas, mortas poucos dias depois. Muito alinhamento ideológico, nenhum retorno para o Brasil: nem comércio, nem investimento, nem respeito.
Nossa proposta é o oposto: uma diplomacia guiada pelo profissionalismo e pelo pragmatismo, não pela ideologia. O Itamaraty voltará a ser conduzido pela competência técnica que sempre marcou seus quadros, e o Brasil voltará a privilegiar os parceiros interessados no ganho mútuo do comércio, sem escolher amigos por afinidade ideológica.
Não trataremos como adversários os nossos parceiros mais importantes e tradicionais. Nos últimos anos, as relações com países como Argentina,
Estados Unidos e Israel foram levadas ao limite do rompimento. Vamos reverter esse quadro com profissionalismo e foco no interesse do Brasil.
Negociaremos com todos os que interessam ao Brasil, da China à União
Europeia, dos Estados Unidos aos mercados asiáticos, porque o que orienta a nossa diplomacia é o interesse do produtor e do trabalhador brasileiro, não a simpatia ou a antipatia por este ou aquele governo.
Defender a soberania de verdade não é fazer discurso: é abrir mercados para quem produz aqui, atrair investimento e garantir que o Brasil seja respeitado por sua força econômica e por sua seriedade, não por bravata.
Brasil no mundo país integrado ao mundo é país que atrai investimento e emprego
Um país que produz precisa vender ao mundo e atrair quem queira investir aqui, sem se tornar refém de ninguém. Nosso projeto equilibra a abertura comercial com o papel do Estado de evitar a dependência excessiva em áreas críticas, como as cadeias de suprimentos e de tecnologia. É uma diplomacia que reconhece o peso de atores que vão além dos Estados, e que trabalha para aprofundar a inserção do Brasil junto aos principais polos econômicos e tecnológicos do mundo e para avançar em acordos que ampliem mercados e reduzam vulnerabilidades.
O passo mais urgente é retomar o cronograma interrompido de adesão à
OCDE, incluindo o fim gradual do IOF sobre o câmbio, que é condição obrigatória do processo. A adesão à OCDE é mais do que um selo: ela exige convergência das nossas normas aos padrões internacionais, melhora a governança das empresas estatais, reduz a corrupção e integra o Brasil às melhores práticas globais. Retomar esse referencial permitirá, inclusive, superar a relativização da Lei das Estatais conduzida em 2023 por decisão judicial, devolvendo segurança e previsibilidade a quem investe. E vamos nos preparar para uma abertura comercial que dê ao setor produtivo acesso a bens de capital, tecnologia e insumos importados, num ambiente de concorrência que reduz preços e melhora a oferta ao consumidor.
Vamos executar um plano nacional de integração às cadeias globais de valor, com apoio real para o setor produtivo ganhar produtividade, tendo como prioridade a agroindústria avançada, os minerais críticos, a saúde e a economia digital, e apoiar a internacionalização das pequenas e médias empresas via BNDES e Apex-Brasil, para que o produto brasileiro chegue mais longe. Nossa energia limpa e a sustentabilidade são vantagens competitivas que sustentam essa projeção: nossa meta para 2030 é posicionar o Brasil entre os principais destinos mundiais de investimento em transição energética, tendo os biocombustíveis, a energia solar, a eólica e o hidrogênio verde como alavancas e a diplomacia como instrumento permanente. E vamos fortalecer as multinacionais brasileiras, ampliando sua presença internacional pela abertura econômica, pela adesão às regras da
OCDE e por acordos comerciais de ganho mútuo. País integrado ao mundo é país que atrai investimento, e investimento é emprego que chega à ponta.
Nossas ações concentrarão esforços no combate ao crime organizado e outras ameaças à segurança e defesa nacional. Incentivaremos amplo espectro de tecnologias disponíveis, com foco em inovação como drones e inteligência artificial. Os investimentos nas Forças Armadas devem ser condizentes com a inserção de um país que é membro de diferentes blocos e grupos de nações, voltados ao enfrentamento de desafios políticos e econômicos globais.
Competitividade doméstica crescer por dentro para competir por fora
De nada adianta um punhado de campeãs nacionais se o restante da economia patina em baixa produtividade. A competitividade doméstica é o fundamento da projeção internacional: é o foco em infraestrutura, produtividade, segurança jurídica, estabilidade macroeconômica, acesso à crédito e juros civilizados que dá às empresas brasileiras, grandes e pequenas, as condições de um processo longo e seguro de inserção no mundo. Um país competitivo por dentro é um país que gera emprego, renda e prosperidade que chega a todos.
BRASIL QUE CUMPRE A CONSTITUIÇÃO
regras que valem para todos e não mudam no meio do jogo
Um país só prospera quando as regras são claras, valem para todos e não mudam ao sabor de quem está no poder. Quando um só Poder decide tudo, quando uma canetada substitui a lei votada pelos representantes do povo, quando ninguém sabe qual será a regra amanhã, o investimento foge, o emprego não vem e o cidadão perde a confiança nas instituições. O Estado brasileiro precisa ser modernizado, garantir o equilíbrio entre os Poderes e retomar a normalidade democrática. Não há espaço para privilégios, mordomias e a hipertrofia de um Poder sobre os demais. E o foco de tudo volta a ser o cidadão, que precisa poder cobrar seus representantes e ver suas necessidades atendidas.
Reforma do Judiciário: o STF como Corte Constitucional
O Supremo Tribunal Federal acumulou, ao longo dos anos, um volume de funções que não tem paralelo nas Cortes Constitucionais de outras nações.
Esse acúmulo gera insegurança jurídica, instabilidade democrática e um desequilíbrio entre a vontade dos representantes eleitos pelo povo e a revisão dessa vontade, muitas vezes ancorada em interpretações subjetivas da
Constituição. Devolver o Supremo ao seu papel de Corte Constitucional é restabelecer o equilíbrio entre os Poderes, que é a base da democracia.
Propomos:
• Fim das competências criminais originárias do STF, permitindo que parlamentares sejam julgados por instâncias inferiores, como o STJ ou os TRFs, para que exerçam seus mandatos com mais altivez, sem que isso represente qualquer contrapartida de impunidade.
• Limitação das decisões monocráticas do STF, privilegiando as decisões colegiadas e presumindo a constitucionalidade do processo legislativo, para que a caneta de um só ministro não se sobreponha ao trabalho de todo o Congresso.
• Revisão do escopo das ADPFs e dos legitimados ativos para a proposição de ADPFs, ADIs e ADCs.
• Quarentena de 1 ano para que Ministros de Estado possam ser indicados ao STF.
• Impedimento de parentes de até terceiro grau, e respectivo escritório, para atuar no tribunal do respectivo magistrado.
• Ampliação da participação da sociedade civil no CNJ e CNMP, e redefinição de suas competências para limitar sua atuação de natureza legislativa.
Nenhuma dessas medidas enfraquece o Judiciário. Todas o devolvem ao seu lugar constitucional, e devolvem ao povo, por meio de seus representantes eleitos, o poder de decidir sobre a própria vida.
Reforma política
A reforma política é urgente e será prioridade. O modelo atual favorece a perpetuação de políticas de "meia-entrada", o capitalismo de compadrio e a falta de atenção às necessidades básicas da população. Houve, recentemente, uma queda importante no número de partidos com assento no parlamento, mas é preciso ir além, para que os partidos tenham de fato nitidez programática e densidade. O foco deve ser a representatividade e a proximidade entre o eleitor e o eleito, superando o sistema atual em que a desconexão perdura ao longo de toda a legislatura de quatro anos.
E propomos o fim da reeleição para o cargo de Presidente da República. Ao contrário do PT, o nosso projeto é de país, não de poder. Já existe uma PEC protocolada no Senado Federal com essa proposta, de autoria do senador e futuro presidente do Brasil, Flávio Bolsonaro.
Tesouraço na Censura
Numa democracia, todo cidadão tem o direito de concordar ou discordar, de criticar e de questionar, e nenhum governo pode punir quem pensa diferente dele. Sob o atual governo, porém, cresceu um aparato apelidado de “Ministério da Verdade”: estruturas criadas para tratar como desinformação aquilo que incomoda o poder, o que abre a porta para a censura de opositores, jornalistas e cidadãos comuns.
Vamos fazer um Tesouraço da Censura: acabar com qualquer estrutura estatal que funcione como um “Ministério da Verdade", encarregada de vigiar, rotular ou punir o que as pessoas dizem. E vamos revogar todos os atos que o atual governo produziu para silenciar seus críticos, para que a censura já praticada
não deixe herança. Crime se combate na Justiça, com regras claras e direito de defesa. O que o governo não pode fazer é transformar a crítica em delito.
Nós defendemos o direito de sermos criticados, com foco na liberdade de expressão prevista na Constituição Federal.
BRASIL QUE NÃO VOLTA ATRÁS
para que tudo isso seja permanente, e não uma bolha que estoura
Um plano de governo não vale pelo que promete, mas pelo que consegue sustentar. De nada adianta baixar imposto hoje se a conta volta amanhã, nem prometer serviço melhor se o Estado gasta mais do que arrecada e joga a fatura para os filhos e netos de quem trabalha. Este capítulo é a garantia de que tudo o que foi prometido nos anteriores tem lastro, e não vai virar uma bolha que estoura depois da eleição. É o compromisso com quem paga a conta: o cidadão.
O contraste é claro. A gestão atual elevou a relação entre a dívida bruta e o PIB em 13 pontos percentuais em quatro anos, sem enfrentar nenhuma pandemia, e o resultado veio na forma de inflação fora da meta, a maior taxa de juros em 19 anos e 30 novos impostos ou aumentos de alíquota. Nós fizemos o oposto: mesmo diante da maior pandemia em cem anos, reduzimos em 4 pontos percentuais esse mesmo indicador. Já demos o exemplo, e vamos dar de novo.
Nossa bandeira é um grande TESOURAÇO: um corte profundo e por todos os lados, que enxuga a máquina, coloca as contas em ordem e reduz os impostos que pesam sobre quem produz. E é também um Estado organizado para prevenir a corrupção: com transparência, mérito e regras claras, fecha-se o espaço para o desvio. É o que detalham as próximas páginas.
Mais Brasil e menos Brasília "Mais Brasil, menos Brasília" não é uma frase nova para nós: é um jeito de governar que já praticamos. No nosso governo, o município deixou de ser um subordinado que pede favor em Brasília e passou a ser tratado como parceiro, com mais autonomia e mais protagonismo para o prefeito resolver a vida da sua cidade. E quando a pandemia ameaçou quebrar estados e municípios, foi o governo Bolsonaro que garantiu o socorro federativo, entregue diretamente ao poder local para manter a saúde, o funcionalismo e os serviços de pé, no momento mais difícil. Enquanto uns falam em federalismo, nós o praticamos.
Vamos retomar e aprofundar esse caminho. Promoveremos a revisão do pacto federativo e a redefinição das regras e dos processos orçamentários, e revisar a legislação para agilizar a aprovação, a liberação dos recursos e a prestação de contas. Hoje o dinheiro existe, mas emperra no caminho: o gestor local recebe o recurso e não consegue executá-lo, travado por exigências que consomem meses. Destravar isso é fazer a escola ser reformada mais rápido, o posto de saúde funcionar antes e o dinheiro do cidadão render mais perto de casa.
No mesmo esforço de organizar melhor o orçamento, daremos mais transparência, controle e rastreabilidade às emendas parlamentares, priorizando sua alocação em políticas públicas prioritárias do Plano Plurianual, aprovado pelo parlamento.
Enxugar a Máquina e Profissionalizar a Gestão Pública
A máquina pública não pertence a quem está no poder: pertence ao cidadão que a paga. Um Estado bem gerido custa menos e serve melhor. Daremos continuidade à reforma administrativa que já colocamos em discussão, para modernizar o funcionamento do Estado e a carreira do servidor. E faremos uma ampla revisão normativa infralegal, na gestão pública e nas áreas tributária, previdenciária e trabalhista, que elimine o excesso de regras que trava a economia e encarece a máquina. Isso inclui o corte de no mínimo 10 ministérios, a redução de cargos comissionados e de despesas administrativas e o combate aos penduricalhos e supersalários que corroem o orçamento, tudo com um objetivo: mais eficiência e racionalidade para servir à sociedade. A tecnologia é nossa aliada nessa tarefa: a digitalização dos serviços públicos, que devolve tempo ao cidadão no Brasil sem Fila, é também o que permite um Estado mais ágil e menos custoso por dentro.
Vamos também profissionalizar as agências reguladoras, fortalecendo os critérios técnicos na indicação de seus dirigentes, com avaliações periódicas e um amplo revogaço regulatório, preservada a segurança jurídica.
Mas um Estado eficiente não se faz só com boas estruturas e boas normas: faz- se, acima de tudo, com as pessoas certas no comando. Para o PT, cada estatal, cada diretoria, cada fundo de pensão é espaço a ser loteado entre aliados, e foi assim que a Lava Jato encontrou, no aparelhamento das estatais, o coração do
maior esquema de corrupção da história do país. Uma estatal profissionalizada, comandada por quem entende do negócio, dá resultado e devolve valor à sociedade, como se viu no governo Bolsonaro. Nós governamos pela competência, e não pelo apadrinhamento: cada posto de responsabilidade no Estado deve ser ocupado por quem entende do assunto, não por quem prestou serviço à campanha.
Nas empresas públicas, essa proteção tem nome: a Lei das Estatais, de 2016, criada depois da Lava Jato para blindar as estatais da indicação política, com exigência de qualificação técnica e quarentena para quem vem de campanha eleitoral. Tentaram enfraquecê-la; nós vamos fortalecê-la. E vamos além:
sempre que possível, o comando das estatais e dos cargos de direção será preenchido por recrutamento com regras de mercado, com busca ativa de profissionais qualificados, como fazem as empresas privadas quando procuram seus executivos, escolhendo pela competência comprovada, e não pela conveniência política.
Vamos blindar os fundos de pensão das estatais da indicação política, porque a aposentadoria do trabalhador não pode virar cofre de projeto de poder. E vamos retomar o Programa Nacional de Desestatização com critério, avaliando caso a caso onde a presença do Estado deixou de fazer sentido. Estatal não é palanque nem cabide de apadrinhado: é patrimônio do brasileiro, e vai ser tratada como tal.
É assim que se combate a corrupção de forma duradoura: organizando o
Estado para preveni-la. Comando técnico no lugar do apadrinhamento, estatais e fundos de pensão protegidos da indicação política e transparência sobre cada gasto são medidas que fecham as portas ao desvio. Um Estado bem estruturado é a forma mais eficaz de combater a corrupção.
Contas em ordem para juros e inflação menores
O PT destruiu o teto de gastos tendo em mente, antes de tudo, um projeto de poder: retirou as sanções e as travas e projetou regras frágeis, que pudessem ser mudadas conforme a conveniência, sempre com foco na reeleição. Para implodir o teto, aprovou uma PEC da transição que tirou da Constituição as regras de controle da despesa e as jogou para lei complementar. Fingindo responsabilidade, criou na prática um gasto discricionário sempre crescente:
uma legislação que já nasceu cheia de exceções e teve as próprias regras furadas mais de uma dezena de vezes, abrindo novos gastos fora do limite e levando a dívida ao assombroso patamar atual.
Vamos fazer o oposto: faremos nossos gastos caberem no orçamento, o que permitirá cobrar menos impostos e não empurrará dívida para as próximas gerações. Apresentaremos uma reformulação nas atuais regras fiscais, com regras claras focadas na estabilização e na redução da dívida pública conforme determina a Constituição. Vamos construir o equilíbrio fiscal duradouro, entregando superávits primários e limitando o crédito subsidiado com recursos do Tesouro, mitigando pressões inflacionárias. E haverá uma regra clara de controle de gastos discricionários dos três Poderes da União.
Regras claras trazem previsibilidade e credibilidade, tornando o país mais atrativo e competitivo. A meta é alcançar, no menor prazo possível, a estabilidade e depois a queda da relação Dívida/PIB, o que puxa os juros para a média internacional e leva a inflação ao centro da meta. Não é abstração de economista: é o que faz o crediário caber no bolso, o financiamento da casa ser possível e o salário parar de derreter no fim do mês.
Junto disso, um choque de gestão vai colocar o patrimônio público a serviço da sociedade, com reforma do processo orçamentário e uma agenda permanente de transparência e avaliação de políticas públicas, identificando quem são os beneficiários de cada programa e medindo o impacto real de cada gasto. Dinheiro público é dinheiro do cidadão, e cada real precisa mostrar o que entregou.
Menos impostos: a reforma tributária corrigida
A reforma tributária aprovada pela atual gestão foi entregue ao sabor dos lobbies. Como toda a transição ficou para os mandatos seguintes, quem aprovou não se desgastou, e a população ficou com a conta: cerca de R$ 1 trilhão sem fonte orçamentária definida nos dois fundos criados pela reforma, além de mais de R$ 500 bilhões em exceções decorrentes dos lobbies, que passaram a ser permanentes.
Vamos promover a revisão e o redimensionamento da reforma tributária em curso e da majoração de impostos efetuada pelo atual governo, com o objetivo de reduzir efetivamente a carga sobre a produção e o consumo. Vamos corrigir
suas distorções, reduzir o IVA, hoje projetado num dos patamares mais altos do mundo, e assegurar a não cumulatividade, para que não se cobre imposto sobre imposto. Assim a reforma fica mais equilibrada, preservando a simplificação e a aderência às melhores práticas internacionais. O esforço de simplificação continuará: menos impostos, legislação unificada, desoneração das exportações e dos investimentos e redução das exceções, para que grupos parecidos paguem impostos parecidos. O círculo virtuoso é claro: menos impostos, mais formalidade, mais crescimento.
O lado dos aposentados: fim das fraudes
O nosso lugar sempre foi ao lado de quem trabalhou a vida inteira. Em janeiro de 2019, a primeira medida do nosso governo, logo após a redução dos ministérios, foi a MP Antifraudes (MP nº 871/2019), que exigiu a revalidação anual dos descontos associativos na aposentadoria, cancelando qualquer desconto feito sem o consentimento do aposentado. Foi o primeiro governo em quase trinta anos a enfrentar esse escárnio contra os idosos. A medida caiu como uma bomba entre sindicatos e partidos de esquerda, que se mobilizaram e conseguiram suprimir essa e outras barreiras antifraude. O resultado foi a Farra do INSS: a explosão de descontos indevidos que triplicou os valores roubados de idosos, pensionistas e beneficiários de programas sociais em 2023 e 2024.
E não paramos por aí. Mesmo depois de deixarmos o governo, seguimos a luta pelo aposentado a partir do Congresso: foi a mobilização da oposição, após a
CPMI do INSS e contra a resistência do governo Lula, que conseguimos aprovar o fim definitivo dos descontos associativos, em novembro de 2025.
Vamos retomar esse combate com prioridade máxima. Reeditaremos um pacote antifraude na Previdência, nos moldes do que fizemos em 2019, e não pouparemos esforços para coibir qualquer nova tentativa de roubar o dinheiro de quem já deu sua contribuição ao país.
Não podemos deixar que o consignado dos beneficiários do INSS se torne o próximo capítulo dessa história. O que se viu nos descontos associativos mostra o estrago que a falta de controle é capaz de causar. Vamos mudar a governança do consignado para que a fraude não se repita, revendo quem opera esses descontos e como são autorizados, com mais transparência e mais
controle, incluindo dupla checagem que impede que tirem do benefício o que não foi autorizado. Chega de tratar quem depende do INSS como presa fácil.
E o combate à espera que ainda castiga o aposentado, com a fila do INSS que chegou a três milhões de requerimentos, está detalhado no Brasil sem Fila, com a digitalização dos processos e a profissionalização da gestão do órgão.
CONCLUSÃO: UM CONVITE À NAÇÃO
Chega de medo. Um país não prospera enquanto o crime manda na esquina, enquanto a mãe reza para o filho voltar da escola e o comerciante decide se abre a porta. A primeira coragem do nosso governo será recuperar os territórios dominados pelas facções e devolver ao brasileiro o direito de ir e vir, de trabalhar, de empreender e de ser feliz. Um Estado que se orienta pela vida do cidadão não trata bandido como "nosso criminoso".
E o mesmo Estado que protege precisa sair do cangote de quem trabalha. Ao longo destas páginas, propusemos um caminho que se sustenta por inteiro, porque cada parte apoia a outra. Fortalecemos as mulheres, porque quando elas avançam a família inteira avança. Devolvemos o tempo do cidadão, com um Estado digital que acaba com a fila. Fazemos sobrar dinheiro no fim do mês, com menos imposto no consumo e juros que só caem quando as contas se ajeitam. Damos à família as ferramentas para vencer, com educação que ensina, saúde que cuida e apoio a quem precisa cuidar. Abrimos o caminho da prosperidade, da proteção social ao primeiro patrimônio. Fazemos o país crescer, com infraestrutura, energia, agro e tecnologia que multiplicam cada conquista. Garantimos regras que valem para todos, com instituições fortes e cada Poder no seu lugar. E asseguramos que nada disso volte atrás, com equilíbrio fiscal e combate à corrupção, para que o que foi conquistado não vire uma bolha que estoura.
Não é uma lista de promessas soltas: é uma jornada. Cada etapa apoia a seguinte, da segurança que é a base de tudo até o patrimônio que coroa o esforço de uma vida. E é uma jornada que o cidadão percorre pelas próprias pernas, com o Estado como parceiro a abrir o caminho, não como tutor a ditar os passos.
Tudo isso repousa sobre valores que não negociamos: a vida, a liberdade, a família, a propriedade, a democracia e a fé. Foi com eles que enfrentamos, no passado, um dos períodos mais difíceis da história recente, e é com eles que vamos construir o que vem pela frente. Um Estado que garanta segurança sem transformar o cidadão em prisioneiro dentro da própria casa.
Temos um novo caminho à nossa frente, e sua definição depende de uma só coisa: a sua escolha. Cumpriremos este programa em nome da paz, da harmonia e da esperança que ainda existe entre nós, obedecendo às instituições, seguindo as leis e resguardando a ordem, sem a qual não há progresso.
O Brasil precisa de todas as famílias. Nossa promessa é reconstruir um país moderno, próspero, democrático e justo, sem divisão. E o nosso convite é para que você faça parte dele.