Plano de governo · AGIR · 2026

Plano de governo de JEFERSON BEZERRA — Governador (2026)

Candidato
JEFERSON BEZERRA
Número de urna
36
Cargo
Governador
Partido
AGIR — AGIR
Local
Mato Grosso do Sul
Coligação
PARTIDO ISOLADO
Composição
AGIR

Versão oficial em PDF

Documento apresentado ao TSE — mesma fonte do texto abaixo.

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Sobre este plano de governo

O plano de governo é o documento oficial em que o candidato apresenta propostas, prioridades e diretrizes para o exercício do cargo. Nesta página você encontra o plano de governo de JEFERSON BEZERRA, candidato a Governador de Mato Grosso do Sul nas eleições de 2026, pelo AGIR (AGIR).

O registro da candidatura usa o número de urna 36. O arquivo PDF disponibilizado abaixo é o mesmo documento apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE); o texto em tela foi extraído automaticamente para consulta e indexação.

A chapa é composta também por VALDENIR DUARTE, candidato a Vice-Governador pelo AGIR (nº 36). O plano de governo expressa as diretrizes da chapa para Governador de Mato Grosso do Sul.

A candidatura está vinculada à coligação PARTIDO ISOLADO. Consulte o PDF oficial para a versão integral e diagramada do plano.

Texto do plano de governo

Baixar PDF oficial
PLANO DE GOVERNO Mato Grosso do Sul: Emprego e Desenvolvimento Descentralizado Jeferson José Bezerra — Agir Apresentação Mato Grosso do Sul reúne condições únicas para consolidar-se entre os estados mais competitivos do país — força do agronegócio, riqueza ambiental, localização estratégica e diversidade econômica. Este Plano de Governo tem foco em dois compromissos centrais: gerar emprego e renda, e levar desenvolvimento a todas as regiões do Estado, com responsabilidade fiscal e gestão orientada a resultados. Diagnóstico Hoje, boa parte do emprego formal e do investimento privado no Estado ainda se concentra em poucos polos, enquanto regiões com forte vocação econômica — como o Pantanal, o Cone Sul e as áreas de fronteira — crescem abaixo do seu potencial. Setores como bioeconomia, logística de fronteira e turismo sustentável seguem pouco explorados frente à capacidade real do Estado. É esse diagnóstico que orienta os dois focos deste Plano: gerar emprego a partir de setores com potencial comprovado, e fazer esse crescimento chegar a todas as regiões. Princípios da Gestão • Responsabilidade fiscal e eficiência administrativa. • Transparência e diálogo permanente com a sociedade. • Planejamento orientado por resultados e metas públicas. • Descentralização como método, não apenas discurso. Eixo 1 — Geração de Emprego e Renda Objetivo: criar um ambiente favorável ao investimento, ao empreendedorismo e à qualificação da força de trabalho. • Crédito MS Empreendedor — linha de crédito estadual com juros subsidiados e prazo estendido para micro e pequenas empresas do interior. • Desburocratização — alvará digital único e simplificação de obrigações estaduais (ICMS, licenciamento) para pequenos negócios. • Qualificação Profissional por Região — cursos técnicos regionalizados em parceria com SENAI/SENAC e empresas âncora, orientados à demanda real de cada região (agroindústria, logística, turismo, energia). • Cadeias Produtivas — apoio a arranjos produtivos locais (APLs) e cadeias estratégicas — agronegócio, bioenergia, celulose, turismo. • Atração de Investimentos — incentivos fiscais regionalizados para atrair novas indústrias e centros de distribuição para fora do eixo mais consolidado, ampliando a base geradora de empregos do Estado. Meta: [a definir com a campanha] número de empregos formais gerados e de micro/pequenas empresas atendidas por crédito no mandato. Eixo 2 — Desenvolvimento Regional Equilibrado Objetivo: fazer cada região de Mato Grosso do Sul crescer a partir da sua própria vocação econômica, com o Estado presente e investindo em todo o território. • Grande Campo Grande — consolidação como polo logístico, de serviços e de inovação, com papel de irradiar oportunidades para as demais regiões. • Grande Dourados — agroindústria e logística de exportação. • Região de Três Lagoas / Bolsão — energia, celulose e indústria de base. • Pantanal — turismo sustentável e ecoturismo. • Cone Sul / Fronteira — comércio exterior e logística de fronteira. • Presença do Estado em Todo o Território — interiorização de escritórios e serviços estaduais, com concursos públicos com vagas regionalizadas. • Orçamento Regionalizado — plano plurianual com recursos destinados por região, para que cada polo tenha investimento previsível e acompanhável. Meta: [a definir com a campanha] número de municípios com serviço estadual descentralizado; volume de investimento estadual por região. Eixo 3 — Serviços Públicos a Serviço do Desenvolvimento Saúde, educação, infraestrutura, segurança e assistência social sustentam os dois eixos centrais e são tratados de forma integrada, não como blocos isolados. Saúde • regionalização da rede hospitalar e telemedicina para reduzir deslocamentos do interior à capital. Educação • valorização de profissionais e expansão do ensino técnico alinhado às vocações regionais. Infraestrutura e Logística • rodovias e conectividade priorizadas pelos polos regionais definidos no Eixo 2. Segurança Pública • integração de forças de segurança e investimento em tecnologia, com presença ampliada no interior. Desenvolvimento Social • inclusão produtiva articulada ao Eixo 1: programas sociais como ponte para qualificação e emprego. Governança e Execução Um plano só tem valor se for possível acompanhar sua execução. Por isso, a gestão adotará mecanismos concretos de coordenação e transparência: • Conselho Estadual de Desenvolvimento Regional — instância permanente de coordenação entre governo, prefeituras e setor produtivo, para acompanhar as prioridades de cada região. • Orçamento por Resultados — recursos vinculados a metas de emprego e de presença estadual por região, com prestação de contas periódica. • Painel de Metas Aberto à Sociedade — acompanhamento público, em linguagem acessível, dos indicadores de emprego, investimento e serviços por região. Sequenciamento de Execução Para que o Plano se traduza em entregas visíveis desde o início, as ações estão organizadas em duas fases: Primeiros 100 Dias • lançamento do alvará digital único e simplificação inicial de obrigações estaduais para pequenos negócios. • instalação do Conselho Estadual de Desenvolvimento Regional. • abertura do primeiro escritório estadual descentralizado em região prioritária. Ao Longo do Mandato • operação plena do Crédito MS Empreendedor em todas as regiões do Estado. • expansão dos cursos técnicos regionalizados, em parceria com SENAI/SENAC e empresas âncora. • consolidação do orçamento regionalizado e do painel público de metas. • atração de novas indústrias e centros de distribuição via incentivos fiscais regionalizados. Considerações Finais Este Plano representa o compromisso com um Mato Grosso do Sul mais competitivo e equilibrado, onde cada região cresce a partir das suas próprias forças. A gestão será pautada por planejamento, responsabilidade fiscal, transparência e geração de oportunidades — para que o crescimento do Estado seja sentido por quem vive na capital e por quem vive no interior.