
Como ler o ranking de um mercado
Aprenda a interpretar os percentuais e o ranking dinâmico de apoio em cada mercado do Polyapoio.
O que é o ranking de um mercado
Cada mercado do Polyapoio — seja de presidente, governador, senador ou deputado — organiza os candidatos daquela disputa específica num ranking baseado no volume de apoio recebido. Esse ranking é a peça central da experiência dentro de um mercado: em poucos segundos, você entende quais candidatos têm mais engajamento entre os usuários da plataforma.
O ranking é apresentado geralmente em percentuais e barras visuais, com o candidato de maior apoio no topo e os demais ordenados em sequência decrescente.
Como o percentual é calculado
O percentual de cada candidato reflete a proporção do apoio total do mercado que ele recebeu, somando apoio simples e doações registradas por todos os usuários que participaram daquela disputa. Se um mercado tem, por exemplo, três candidatos ativos e um deles concentra metade de todo o apoio já registrado, ele aparece com aproximadamente 50% no ranking.
Esse cálculo é atualizado continuamente: cada novo apoio simples ou doação confirmada recalcula os percentuais de todos os candidatos do mercado, então o ranking que você vê hoje pode mudar já na próxima visita.
O que o ranking representa (e o que não representa)
O ranking representa o engajamento da comunidade de usuários do Polyapoio com cada candidato daquele mercado — não uma pesquisa eleitoral cientificamente amostrada, e não uma previsão oficial de resultado de urna. É um indicador de interesse e apoio dentro da própria plataforma, cruzado com dados públicos do TSE sobre os candidatos (partido, número, coligação).
Isso significa que o ranking pode, em certos casos, divergir bastante de pesquisas eleitorais tradicionais — afinal, reflete o perfil específico dos usuários que usam o Polyapoio, que não necessariamente é representativo de todo o eleitorado de uma cidade, estado ou do país.
Apoio simples e doação contam igual?
Não exatamente. Tanto o apoio simples quanto a doação contribuem para o volume de apoio de um candidato, mas o peso relativo de cada um no cálculo pode variar conforme a lógica de cada mercado — em geral, o apoio simples soma como um registro de engajamento, enquanto a doação, por envolver valor financeiro, pode ter peso proporcional ao montante doado. O importante é que ambos os mecanismos contribuem de forma transparente e visível para o ranking; os detalhes de cálculo específicos de cada mercado ficam sempre acessíveis nas telas do próprio mercado.
Comparando candidatos dentro do mesmo mercado
Ao navegar por um mercado, você pode comparar diretamente os candidatos disponíveis: cada card mostra nome, partido, número, coligação (dados do TSE) e a barra de apoio acumulado. Isso facilita identificar rapidamente quem está na frente em termos de engajamento e quem ainda está começando a construir apoio na plataforma — o que costuma incluir candidatos recém-habilitados ou menos conhecidos fora da própria base eleitoral.
Diferenças entre mercados majoritários e proporcionais
A leitura do ranking varia bastante conforme o tipo de disputa. Em mercados majoritários, como presidente ou governador, costuma haver poucos candidatos concentrando a maior parte do apoio, o que gera rankings com percentuais mais altos e diferenças mais nítidas entre as posições. Em mercados proporcionais, como deputado federal ou estadual, o número de candidatos costuma ser muito maior, e o apoio tende a se distribuir de forma mais fragmentada — é comum ver dezenas de candidatos com percentuais individuais baixos, ainda que somados representem parcelas relevantes do mercado.
Rankings mudam com o tempo
Como o cálculo é dinâmico, o ranking de hoje não é uma fotografia definitiva. Novos apoios chegam continuamente, especialmente perto de datas relevantes do calendário eleitoral (convenções, debates, período de campanha), e isso pode reorganizar as posições dentro de um mercado. Voltar periodicamente para acompanhar a evolução do ranking é uma forma comum de uso da plataforma entre usuários mais engajados.
Usando o ranking para decidir seu próprio apoio
Muitas pessoas usam o ranking não apenas para observar, mas para decidir onde registrar seu próprio apoio — seja reforçando um candidato já líder, seja ajudando a dar mais visibilidade a um candidato ainda com pouco apoio acumulado. Os dois movimentos são legítimos dentro da lógica da plataforma: o Polyapoio não direciona nem sugere para quem apoiar, apenas mostra o estado atual do engajamento.
O ranking não é garantia de nada
Por fim, um lembrete importante: nenhum ranking do Polyapoio garante ou prevê o resultado real da eleição. É um indicador de engajamento da comunidade da plataforma, não uma pesquisa eleitoral formal e muito menos uma aposta com resultado garantido.
Filtros e ordenação além do topo do ranking
Além da posição de liderança, muitos mercados permitem reordenar ou filtrar candidatos por partido, o que ajuda a entender não apenas quem está à frente, mas como o apoio se distribui dentro de um mesmo campo político. Isso é especialmente útil em mercados com muitos nomes, como deputado estadual e federal, onde a disputa pelas posições intermediárias pode ser tão reveladora quanto observar quem lidera.
Lendo o ranking com espírito crítico
Um bom hábito ao consultar qualquer ranking é perguntar quem está representado nesses números. No caso do Polyapoio, a resposta é: usuários cadastrados que decidiram registrar apoio ou fazer doação naquele mercado específico. Isso tende a favorecer candidatos com base de apoio mais digitalmente engajada, o que não é necessariamente o mesmo perfil de força eleitoral medido por pesquisas de rua ou telefone — mais um motivo para tratar o ranking como um sinal complementar, não substituto, de outras fontes de informação eleitoral.
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